Eu quero um marido agora

eu contra meu marido e minha filha: Eu quero eliza mais meu marido e minha filha querem Elizabeth,qual é mais bonito? aceito sugestão - BabyCenter EU QUERO DESABAFAR. Queria sentir um homem agora... 17 Set. Confissão ID: 250797 - Por favor LEIA PRIMEIRO o texto antes de votar. Obrigado. quero anunciar neste espaço. ... Amigo do Marido ... Ontem a noite cheguei da academia e tomei banho no banheiro social que temos em casa. Nessa época d ... Foi uma promessa que eu fis e não quero quebrar, mas acho estranho ver meu marido com outra mulher ou mesmo eu com outra. Não tenho medo de perde-lo porque eu sei que o amo e sei que ele me ama muito (senao nao tava comigo, com um bando de piriguete até mais bonita q eu dando em cima dele rs. Eu não quero um marido para posar comigo nas fotos, para me levar nos eventos da firma; Eu quero um companheiro para produzirmos boas lembranças, para ser, um dia, aquela foto que dá saudade, de um momento rotineiro na varanda…um companheiro para depois do evento da firma perguntar “E a´, agora vamos esticar aonde?”. Eu não quero um ... Eu não quero um marido para posar comigo nas fotos, para me levar nos eventos da firma; Eu quero um companheiro para produzirmos boas lembranças, para ser, um dia, aquela foto que dá saudade, de um momento rotineiro na varanda… um companheiro para depois do evento da firma perguntar “E agora, vamos esticar-nos aonde?”. Olá, eu recebi um e-mail de uma leitora aqui do blog e resolvi fazer um post sobre o assunto, pois tenho certeza que muitas mulheres já se questionaram sobre o que fazer quando o marido brocha ou mais especificamente quando o nosso parceiro não manifesta nenhuma reação física quando fazemos algum tipo de carinho nele, principalmente nas partes íntimas. Eu preciso de mais tempo só para mim. E você também precisa! Acho que esse ano foi um dos mais intensos que já vivi, mas, ao mesmo tempo, foi o ano que mais me consumiu. E agora, sinto uma necessidade infinda de cuidar de mim. Quero um menage, mas meu marido nao. e agora? Oi gente, entao. Eu sou doida pra fazer um menage com dois caras, mas meu marido nao aceita de forma alguma. Ele tem muito medo q eu goste mais do outro cara do que dele. Ja tentei de todas as formas mas ele nao cede. O unico que ele aceita eh o menage com duas mulheres, o que eu super gosto tbm. Um terapeuta costumava me perguntar (quando eu estava tendo meus próprios problemas marciais) como eu responderia se vi meu marido sair depois de cinco anos de separação. Ela montaria um cenário inteiro: ele agora tem uma linda esposa nova e uma nova família . Se você tem dito 'eu quero um marido', agora chegou no lugar certo. Menu. Home; Sobre; Contato; 3 Dicas para você que procura um marido. 03/01/2017 03/01/2017 prontaparaoromancesite Deixe um comentário. Estamos vivendo em tempos de pouco romance e muita atividade virtual. Homens o tempo todo assediando as mulheres na internet e enviando ...

Casamento & Religião

2020.10.08 00:28 miojocomqueijo Casamento & Religião

Isso vai ser muito longo.
Hoje fui na casa da minha avó, acabou que juntou ela e minha mãe conversando e eu fiquei ouvindo e eventualmente conversando também. Começaram a falar dos maridos, e como eles afetavam as vidas delas negativamente, ambas estão tendo problemas de saúde por causa disso.
As duas parecem ter um caso parecido, o da minha avó sendo mais afundo. Ambas se irritam com costumes dos maridos, ambos os maridos são pessoas não-compreensíveis, difíceis de lidar e com o ego lá em cima (isso não são só elas falando, eu sei que eles são assim).
Minha avó contou como o marido dela ja á falou que está com ela só por conveniencia, o que deixou ela tão brava que trabalhou até comprar uma casa só para poder falar pra ele de volta que agora ela é quem está com ele por conveniencia. Com todo o respeito, mas que porra é essa? Isso é um casamento? Pra que se casar com alguem que odeia? Talvez seja carência, pressão social, pressão religiosa...
Já minha mãe contou de quando ela se casou, ela lidava com um problema de vício com cigarro (meu pai não pedia ela em casamento porque não ia se casar com fumante, porque ele foi um mimadinho de merda e a religião dele é a única coisa que importa e fodase os outros - sim, ele nem ajudava ela a se livrar do cigarro por causa de RELIGIÃO). Enfim, ela parou de fumar, se casaram, voltou a fumar escondido, parou de vez (diz ela que foi deus) e anos depois resolveu contar pra ele. Péssima decisão, ele disse que foi traído e que o casamento era uma mentira. Novamente, que porra é essa? isso é um marido? Se eu tivesse uma esposa ou um marido eu ia ser o apoio daquela pessoa, incentivar, comunicar, amar...
Realmente não entendo, na minha opinião essa sociedade já começou toda errada, casamento tinha que ser algo incomum e raro, já que é tão dificil achar alguem que te complete perfeitamente. Não deveríamos esperar que todos se casem e ainda ficar pertubando os solteiros. Ter que ouvir da minha mãe e da minha avó que "mulheres que não tem filhos são frustradas" quase me fez cair na gargalhada, patético.
E o que mais me incomoda de tudo isso: a homofobia deles. Acho que sempre vai ser isso a coisa que mais me incomoda na minha familia, não duvido que eu acumule desabafos aqui sobre esse tema. Minha mãe apesar de tudo isso tem a pachorra de olhar no meu olho e falar que "não vai aguentar se eu for lésbica"... Oi? Vai fazer o que? Chorar? Fodase, problema é seu. É foda não ficar furiosa com isso, eu tento, mas não consigo. Acho que ela não tem noção como isso me machuca, ela sempre foi minha companheira pra tudo, mas na cabeça dela não existe a possibilidade dela estar errada, ela passa por cima de tudo (inclusive da filha) pra defender o cristianismo - é aquele negócio, "a única coisa que pode levar um homem bom a cometer atos maus é a religião". Onde ja se viu se casar com alguém que nem ama e querer falar pra mim que "minha vida vai ser uma desgraça se eu for gay". Tudo isso por causa dessa porra de cristianismo.
Tirando as vezes que tive que chegar ao ponto de chorar e jurar pra eles que não sou lésbica né, com medo de algo acontecer comigo. Pelo menos não menti, sou bissexual hehe.
Sabe quando um ódio vai se acumulando por anos? Tenho até medo do que posso fazer quando eu tiver meu dinheiro e minha casa e eles me soltarem alguma merda dessas.
Enfim, a conclusão é que religião é uma merda (não se ofenda se vc estiver lendo até aqui, não to afim de debater, é uma merda e ponto) e eu to cansada de ficar segurando a minha raiva, só quero ser respeitada como uma mulher bissexual que está ok com a ideia de não se casar e ter filhos. Vontade de ir pra cidade grande e nunca mais voltar.
EDIT: ortografia
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2020.10.06 12:20 internalerrorfixed Me relataram ser vítima de um estupro e não sei o que fazer

Trabalho em uma farmaçia e parte do meu trabalho consiste em atender fornecedores pelo telefone. Há 27 dias eu atendi uma ligação, sempre bem educado, e a vendedora depois falar o "script" dela, perguntou minha data de nascimento e acabou pedindo meu contato pessoal. Resolvi passar porque não tinha motivos para não fazer. Talvez era alguém querendo algum tipo de ajuda, dúvida, e que ali na hora não queria perguntar ou estava com vergonha. Mas achei muito estranho perguntarem a data de nascimento, nenhum vendedor nunca fez isso.
Quando cheguei em casa lá estava um áudio com uma voz muito mais linda do que eu lembrava no telefone, comecei a conversar só pra saber o que a pessoa queria. Não tinha foto no perfil, sou feio e tenho vergonha de mim mesmo, mas ela queria saber como eu era. Sempre desconfiado, porque não me perguntava nada, não falava do trabalho, só parecia querer conversar mesmo. E eu conversava, escutava, enviei uma foto. Ela sempre mandava foto, vídeo indo caminhar, dirigindo, voltando da igreja, tudo numa boa. Uma pessoa linda, até demais, pra estar interessada em mim.
Continuo desconfiado, vou atrás de redes sociais, vejo que está participando até de concurso de beleza, crio expectativas mesmo sabendo que não tenho nada a oferecer. Lá vi que faltava poucos dias para o aniversário dela, no dia do aniversário dela espero dar meia noite, mando um vídeo todo envergonhado parabenizando ela, tenho problemas de autoestima então fica tudo bem cringe.
Ai ela começa dizer que queria me conhecer pessoalmente, me liga perguntando se pode vim na minha cidade (moramos há 160km de distância mais ou menos), mas estava tudo acontecendo muito rápido, peço pra ter calma, pra irmos nos conhecendo melhor, até porque até esse ponto as conversar eram bem casuais, eu pouco sabia sobre ela.
Ela saiu com a mãe dela pra comemorar, me manda foto e vídeo com a mãe dela, mas depois relata que achou que seriam só elas duas, mas que a mãe chegou com um rapaz e que ela não gostou dele, diz que "ele tá me testando", pergunto que tipo de teste e ela não responde.
Depois ela comenta que estava muito triste e só queria que eu estivesse lá pra poder dar um abraço nela no dia do aniversário, que tinha sido horrível sair com a mãe, que segurou choro a noite toda, que ela só queria me conhecer no dia do aniversário dela mas que parecia que eu não tinha gostado da ideia. Ai eu abaixo a guarda e crio expectativas, passo a conversar de uma forma mais carinhosa.
Pergunto sobre relacionamento e ela diz que terminou há pouco tempo, mas já estava há um tempo querendo terminar, e não dá mais detalhes. Volto a fuçar as redes e descubro que o intervalo entre o fim de um namoro de 2 anos e começar a conversar comigo é menos de 2 semanas. Volto a ficar triste e desconfiado por ser o consolo de alguém que só quer um relacionamento rebote, e que provavelmente depois de ajudar e reerguer essa pessoa, ela vai só virar as costas e voltar pro ex, que é bem mais bonito do que eu. Mas como ela sempre elogiava meu bom humor, minhas boas sacadas, acabo acreditando nessa de que talvez caráter e conteúdo se sobressaia.
Nesse ponto já estávamos conversando há umas 2 semanas, tentando encaixar uma data no final de semana pra nos conhecermos. Marcamos então para 3 de outubro, eu iria na cidade dela, 160km numa CG 150 pra conhecer alguém da internet numa cidade que nunca fui. Conversamos todos os dias por ligação, ligação de vídeo, falando sobre vida, trabalho.
Faltando 5 dias pra data que combinamos, numa ligação, ela me diz que alguém do trabalho dela arrumou alguém pra ela sair e ela aceitou, mesmo sem nunca ter conhecido a pessoa, disse que sentiu nojo, mas saiu. Beleza, racionalmente falando ela está solteira e faz o que quiser da vida, mas sinto uma falta de respeito do caralho fazer isso.
Ai eu comento sobre ela no trabalho, de forma bem rasa, e começam as histórias de pessoas que sumiram, foram roubadas, abusadas nessas de conhecer alguém pela internet. Decido investigar mais. Facebook, instagram, tiktok, facebook de todos os familiares, irmão, tio, primo, prima, mãe. Vejo que já foi casada (encontro um processo de divórcio) e que o requerente em questão foi o ex-marido. Nessa, já vejo que nos últimos 4 anos ela se casou, ficou 2 anos casada, separou, já engatou um namoro de mais 2 anos e menos de 1 mês depois já está me chamando de amor. Isso aos 24 anos de idade.
Desanimo total, decido parar de conversar e puxar assunto, levo muito a sério relacionamento e ela parece só querer aventuras. Sexta, sábado e domingo se passam. Sábado é o dia que eu iria lá. Ela nem questionou se eu iria ou não, parece não fazer muito caso, fico feliz, era o que eu queria, só me afastar e esquecer ela.
Ontem no horário do almoço dela, me manda uma foto com a cara inchada e de choro. Escrevo um texto dizendo pedindo desculpas, falando que tinha investigado a vida dela e dos familiares por medo de ir lá e acontecer alguma coisa, mas que não daria certo, que tenho coisas pra resolver antes na minha vida, mas que gostava dela, desejo sucesso e felicidades, algo pra terminar na amizade mesmo, num clima bom.
Ela responde que gosta da minha sinceridade, mas que nunca tinha pedido pra eu ir lá, e que o motivo do choro dela era algo muito pior que tinha acontecido domingo, que não conseguiu dormir, acordava chorando e gritando e pensou em me ligar, mas que bom que não tinha feito isso porque eu não me importava com ela. Que se eu fosse bom em investigar, que encontrasse quem seguiu, violentou sexualmente e bateu nela.
Ai eu desmontei, dor na barriga, tremedeira, ânsia de vomito, não sabia o que falar, aliás estou sentindo isso agora só de escrever e lembrar. Olhava pra tela do celular e não sabia o que digitar, só pensava nela sozinha em casa podendo fazer alguma besteira.
Eu jamais imaginaria que algo assim tivesse acontecido, mas ai já era tarde, ela só sabia falar que eu não me importava com ela, que era melhor assim mesmo, me afastando, e eu querendo demonstrar que mesmo não querendo um relacionamento, me preocupava sim com a vida de outra pessoa. Começou a falar que está cansada de ser julgada, que antes estava em um relacionamento abusivo, que hora eu era muito legal, mas hora eu julgava ela demais, que não era pra ter pena se nem intenção de conhecer ela eu tinha e que só queria uma amizade sincera.
Pergunto se ela está bem, se está com alguémm, responde que está em casa com medo, sozinha, com medo de ir trabalhar. Pergunto se ela conversou com alguém sobre isso e diz que não, falo pra deixar eu pelo menos escutar ela, que poderia falar o que fosse e eu ia dar suporte para o que precisasse, só que ai ela volta a discutir sobre eu parar de falar com ela, que não tinha motivo pra confiar em mim e que eu não gostava dela.
Confesso que usei de chantagem, que se não falasse comigo eu entraria em contato com a mãe e/ou irmão pra contar aquilo que ela estava me falando pra poderem ajudar ela, que se eu não conseguisse ajudar, iria encontrar alguém que consegue. Meu maior medo nesse momento era dela fazer alguma besteira, suicídio ou me bloquear e sofrer sozinha. Já estava procurando sobre o que fazer numa situação dessas na internet, o que falar, o que fazer, mas é tudo resumido em não culpar a vítima (óbvio, nunca faria isso) e escutar, mas como escutar alguém que não tem mais vontade/confiança de falar com você?
É isso, não sei como/o que/quando/quem falar, se acredito nisso ou não. Só quero o bem dela, mas não sei o que é o certo a se fazer. Jamais me perdoaria de "abandonar" alguém numa situação assim, mas sei que eu não sou a pessoa certa pra ajudar, que a família seria a melhor opção. Preciso de ajuda.

Update: ela disse que conversou com alguém do trabalho e essa pessoa marcou médico pra ela. Elogiei, disse que era bom que ela conseguiu conversar com alguém, e que seria ótimo também ir na delegacia da mulher pra relatar o crime. Enviei o link do CVV - Centro de Valorização da Vida, disse que lá ela teria pessoas mais instruídas pra conversar, de forma totalmente anônima e que iriam ajudar ela se precisasse. Terminei com um "boa noite". Ela respondeu com um "Obrigada" e "Boa noite". Considero minha parte feita, não vou mais mandar mensagem. Sendo verdade a história do estupro, ela agora vai receber ajuda de quem pode ajudar mais do que eu. Sendo mentira, conseguiu estragar um dia da minha vida me sentindo mal e quase vomitando de ansiedade, mas vou sobreviver e ter história pra contar, e até evitar futuros problemas semelhantes.
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2020.09.26 13:05 redof089 Será que me podem ajudar

Vou contar a minha história dúvida, eu conheci uma menina, aconteceu o normal, ela é evangélica. Aconteceram uns problemas, ambos tivemos culpa das coisas. Tudo bem, eu trabalho 12 semanas fora e vou 3 de férias. Aconteceu o COVID, ela é mto trabalhadora e perdeu os 2 empregos, mesmo só sendo minha amiga eu ajudei mto ela. Mesmo depois de tudo ter terminado ficamos mto amigos conversamos todos os dias durante horas, ela começou a namorar, me contou (coisas que acontecem, dói mas tudo bem). Mas ainda assim continuamos a falar a ir almoçar jantar em amigos e com amigas delas que me foi apresentando, dou-me bem com todas as amigas dela, com a mãe tb.
Mas o namorado dela não deixa/proibiu ela falar comigo (ela disse que ia fazer isso, mas como somos mto especiais um para o outro falamos na mesma), basicamente é isso, falávamos normalmente nos dias que ele não estava pq tb n é da terra dela, mas sempre tive respeito pela relação n fiz nada ou disse alguma coisa, errada ou disse mal dele, tb n o conheço pessoalmente.
Ela agora foi de viagem, e um cara que é como um irmão para mim, perguntou quem era rapariga que eu estava a sair para minha irmã (não contei ao meu amigo que já n estava a sair com ela, mas nunca lhe disse o nome… aliás nunca fui mto de falar de contar, pq na religião dela existem alguma regras.. só minha irmã e 2 amigos meus sabiam, ela pediu por causa do pai que é pastor). Como nunca tinha falado assim de nenhuma mulher com ele, ele ficou curioso e foi perguntar a uma conhecida dele (que por curiosidade é a melhor amiga da tal mulher que eu conheci e é minha amiga tb), mas mulheres e homens igual partilham… mandou para ela, ela ficou um pouco chateada mas passou. Mas depois foi ver o instagram do meu amigo aí percebeu que ele conhece o namorado dela (nem eu sabia), e aí me mandou um áudio a dizer para n lhe mandar mais msg’s pq s o namorado descobrir vai ficar mto chateado, deve ser pq n fez o que ele mandou. Que me vai pagar o que me deve (n m importo com dinheiro), mas sei que ela n tem mto dinheiro e mal trabalha ag, aí n vou ser capaz de andar a cobrar...mas isso n me importar.. só n quero perder a amizade dela..
Eu já expliquei que não disse nada ao meu amigo, que mesmo gostando dela o que mais quero é que ela seja feliz e n faria nada para estragar o namoro dela. Pq n ganho nada com isso, pq só vou perder a amizade dela e a deixar triste. Eu fiz mto por esta pessoa, mais que marido faz por mulher e mulher faz pelo marido. Ela fez um cirurgia no dia anterior a me dizer q não quer que lhe envie mais msg’s. Magoa mto durante 9 meses falávamos todos os dias, gostava mto de saber se ela está a recuperar bem…. Mas n sei se devo mandar msg pq ela disse até que me poderia bloquear… e eu sofro de ansiedade, já sofri de depressão (quem passou por isto sabe q nunca realmente passa). Ainda no meio disto tudo “cortei” relações com os meus pais. Então as coisas não estão nada fáceis, só me passam pensamentos negativos na cabeça. Não sei o que fazer.
Estou muito triste, nervoso, ansioso com ataques de pánico…e n queria deixar de falar com a minha amiga nem com a minha família. Alguém já passou por algo assim?

Editi 2: Tentei resolver tudo com toda gente, com minha família só piorou, mas agora tenho a mãe da minha amiga a me pedir ajuda para procurar um apartamento para a filha (ela n sabe que a filha me disse de não querer que eu envie mais msgs para ela), eu não consigo não ajudar, mas penso que vou ajudar e dps vou dar o fora...
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2020.09.19 14:53 TezCalipoca A ignorância é uma bênção

A ignorância é uma bênção. Não sei se alguém já cunhou essa frase antes, mas cada vez mais consigo perceber o quão verossímil ela é.
Não me refiro a ignorância bruta, à forma humana agressiva e violenta, de tratar das coisas sem conhecimento. A ignorância de não saber o que aconteceu com o computador e tentar consertar através de golpes na máquina. A ignorância de um homem que é incapaz de compreender a liberdade e a independência de uma mulher e com isso, parte para agressões, como maneira de justificar a posição superior que supõe estar.
Falo de uma ignorância intelectual. De uma falta de interesse sobre o mundo. Até mesmo de uma falta de ambição. Uma despreocupação com o futuro, com o que se passa em Brasília, com qualquer outra coisa que não seja o agora. Grande parte da população brasileira (quiçá latino-americana) se encontra nesse âmbito da ignorância.
Essas pessoas não possuem grandes metas de vida. Normalmente, no caso masculino, a grande preocupação, o grande sonho, é possuir um carro. Não precisa ser um carro completo, não tem problema pagar 72 prestações de R$500,00. O importante é ter um carro para chamar de seu, que possa usar nos fins de semana, ou quando quiser “dar uma banda”, como se diz por esses rincões gauchescos.
Até mesmo o carro pode ser algo simples. Afinal, o Gol caixa de 1992 é estiloso. Esses homens, que denomino aqui como ignorantes (e veja bem, não me cancele antes de entender o significado e a razão pela qual uso dessa nomenclatura!) almejam, simplesmente, um carro. Trabalham suas oito horas por dia em fábricas, lojas, mecânicas, eventualmente escritórios, com seu salário em torno de R$1.700,00 por mês. Não precisam de mais do que isso. É o suficiente para pagar as prestações do financiamento, os boletos de água, luz, internet e da TV a cabo que não usa. Até consegue fazer sobrar um dinheiro para sair beber uma cerveja com os amigos no fim de semana, ou ir em uma “baladinha pegá as mina”. Ou para tornar esse texto mais próximo da minha realidade geográfica, “pra pegá muié”.
Qual é a meta desses homens, após conseguir seu carro? Investir em uma educação, para poder ter um emprego melhor e que lhe seja mais aprazível? Preparar-se para viajar para lugares diferentes do mundo? Abrir um empreendimento? Não. O homem ignorante não tem ambição, não tem a capacidade de planejar. Para ele, alcançado o seu sonho de ter um carro com 24 anos de idade, é hora de seguir com a vida.
Muitos passam mais alguns anos usando o salário para fazer investimentos. Mas não em ações, negócios ou educação. Investimento no carro. Rodas, som, estofamento de couro, qualquer coisa é suficiente para que o homem ignorante queira usar seu suado dinheiro para fazer seu Kadett 1988 ficar mais atraente, mais potente, mais bonito. Outros homens, porém, não sentem tanta atração assim pelo seu carro. Que fazem então com seu salário? Usam com sua namorada.
A namorada. A mulher. Todo homem ignorante quer ter uma companheira. Não significa que ele seja fiel a ela, ou que ele a ame de verdade. O mesmo talvez seja verdade para com a mulher. O homem ignorante quer uma mulher porque para ele, somente assim ele poderá ter uma família. Mas que tipo de mulher iria se interessar por esse tipo de homem?
A resposta é muito simples. A mulher ignorante. Assim como sua contraparte masculina, ela também não tem ambição, não tem metas, não tem planos. Findo o Ensino Médio, com sua gloriosa festa de formatura, momento mais alto de sua vida, onde está embebida do carinho (nem sempre verdadeiro) de suas amigas. Onde recebe elogios pelo simples fato de respirar. Onde sente que alcançou uma conquista deveras relevante – e que talvez realmente o seja, se considerarmos o contexto da mulher ignorante.
Após esse apogeu da sua juventude, a mulher ignorante segue o mesmo caminho do homem ignorante. Algum trabalho simples, com pouco esforço intelectual, em lojas, supermercados, eventualmente como secretárias ou recepcionistas. Ninguém quer lhe oferecer uma função melhor. Ela não quer uma função melhor.
Qual o sonho dessa mulher ignorante? Ao contrário do homem, não é algo que se materializa em um carro. É algo maior: uma família. Em cidades interioranas, a forte presença de ideários machistas ainda faz as mulheres sonharem em ter um casal de filhos e um marido, em um casamento onde dificilmente haverá amor. Mais justo dizer que há uma obrigação nesse casório. Não querem ter suas vidas, seus sonhos, seus projetos. Querem apenas um lar para cuidar.
É nesse momento que os dois ignorantes se encontram e assim, dão início a sua longeva vida como casal. Talvez se conheçam em uma festa genérica. Talvez se conheçam nas redes sociais, com uma conversa genérica. Talvez sejam apresentados por amigos em comum, também genéricos. Independente de tudo, os ignorantes se encontram e começam sua vida ignorante de maneira conjunta.
Aos poucos os filhos nascem. Normalmente os ignorantes querem um casal de crianças, para que o guri seja educado pelo pai e a guria pela mãe. Assim como seus progenitores, esses pequenos também serão ignorantes, também herdarão essa falta de ambição, de visão, de planejamento.
Mas não vamos nos adiantar. Antes, vamos analisar o casal ignorante. Muitas vezes as amarras machistas se mantem nesses casais, onde a mulher assume o papel de dona-de-casa, como isso função natural feminina. Mas existem casos – muito mais movidos pela necessidade material – onde ambos trabalham. De qualquer forma, a rotina da família é sempre a mesma. As crianças estudam, pai e mãe trabalham. Às vezes há a visita de familiares, primos e tios igualmente ignorantes. As férias, no máximo, consistem em viajar para uma praia. E durante todo o tempo, a família ignorante vai para a mesma praia e faz a mesma coisa. Sentam-se na areia olhando para o nada, bebendo cerveja e mexendo no celular. As crianças, como lhes é próprio da infância, aproveitam para brincar no mar. A imaginação faz com que qualquer grão de areia possa ser único e divertido à sua maneira.
Mas as crianças viram adolescentes. Adolescentes ignorantes. Não há um interesse em estudar, a maior preocupação são as fofocas dos amigos (e dos inimigos) e dar uns beijos, eventualmente. Pai e mãe não fazem essa cobrança dos estudos. Afinal, única coisa que importa é passar de ano. Para que exatamente, não se sabe, mas é importante.
Durante toda essa existência familiar, esse homem, essa mulher e essas crianças ignorantes não almejam nada que esteja fora do alcance. Talvez não saibam da possibilidade disso. São facilmente maleáveis pelos fluxos constantes da sociedade, em suas vertentes sociais e políticas. O pai não entende nada de economia, mas sempre dá sua opinião infundamentada sobre alguma coisa. Normalmente leva em conta o que alguém lhe disse em uma mesa de bar. A mãe, se quer se preocupa com esses assuntos. À mulher ignorante lhe interessa apenas a fofoca, a intriga, os assuntos mundanos próximos da sua realidade. O arroz está caro? Que pena, mas sabia que a tia da Neusa, que era casada com o Robson, agora se casou pela terceira vez, dessa vez com um paranaense?
E os adolescentes ignorantes? São esponjas de ondas políticas e sociais, nem sempre com boas intenções. Quantos por aí sequer abriram um livro na vida? Não possuem nenhum senso de cultura a não ser aquilo que a massa consome. Tom Jobim? Legião Urbana? Djavan? O que lhes interessa é o MC alguma coisa, a dupla sertaneja de nomes genéricos, no máximo alguma cantora pop de renome internacional, como uma Anitta.
Ainda assim, essas pessoas são felizes. A maior preocupação é o entretenimento. O homem ignorante só quer sair nos fins de semana com seus amigos beber cerveja, comer carne e assistir ao jogo de futebol. Mesmo depois de casado, sua maior preocupação continua sendo o futebol e uma eventual bebedeira com seus amigos. A mulher ignorante, mais limitada ainda, só se preocupa com a vida dos outros. Nada lhe deixa mais feliz do que se reunir com suas amigas para conversar sobre a vida das vizinhas. Não há satisfação maior na vida.
E aqui venho novamente dizer que a ignorância é uma bênção. Por quê?, talvez você me pergunte. Afinal, após toda essa crítica a esse lifestyle dos ignorantes, como posso afirmar que isso é uma bênção?
Certa manhã, estava eu, estudando, como tenho feito nos últimos meses. Após estudar o que havia planejado, decido ouvir um pouco de música. Minha criação não foi a mesma de uma pessoa ignorante. Desde criança, minha mãe sempre me incentivou a estudar. Quando eu tinha cinco anos, ela me comprou uma Revista Recreio. A partir daí, desenvolvi um grande interesse pela leitura, pelo conhecimento. Paleontologia, arqueologia, história, até mesmo a criação geológica do planeta, tudo isso me fascinava e me instigava a ir atrás de explicações, de respostas.
Mas estou divagando. Voltemos à música. Meu gosto musical, não sei como foi desenvolvido, mas é um tanto, digamos exótico. Sou um grande aficionado por estilos musicais que não são muito ouvidos pelos rincões do Rio Grande do Sul, onde vivi minha adolescência e meus primeiros anos como adulto. Tango, salsa, jazz, blues, bossa nova, só para mencionar alguns. É claro, não quero dizer que sou um erudito, até porque também gosto de ouvir estilos musicais mais populares.
O ponto que quero tratar aqui, é que nessa manhã, após os estudos, decido ouvir um tango, enquanto me arrumava para sair. A elegância e a qualidade musical me deixaram estupefato de maneira única e logo comecei a refletir sobre meu futuro e como adoraria, em alguns anos, visitar novamente Buenos Aires.
Logo que penso nisso, vejo o que tenho feito da minha vida. Quantas preocupações, ânsias, tormentos não tenho passado por conta do futuro? Em pensar se terei sucesso no que almejo? Não pretendo compartilhar meus sonhos, mas com certeza é algo muito mais grandioso (é claro que é relativo, mas me refiro no sentido de esforço) do que um simples carro.
Pensar em quanto eu e tantos outros, que estão fora dessa categoria de ignorantes, se preocupam com essas questões, me deixou reflexivo. Basta ver a quantidade de pessoas ansiosas no Brasil. Ansiosas por esses mesmos temores: será que terei sucesso? Será que conquistarei o que almejo? Será que vai dar tudo certo? Preocupações essas que os ignorantes não possuem. Afinal, a cerveja da sexta-feira é garantida.
É claro, os ignorantes ainda se preocupam em quem sabe perder o emprego. Mas normalmente, seus trabalhos não requerem muito esforço. Os ignorantes só querem receber o salário, sem se preocupar em buscar uma posição melhor, uma renda melhor.
Com isso concluo que a ignorância é uma bênção. A ignorância lhe permite ter uma vida feliz. Uma vida simples, sem variar muito, mas sem dúvida feliz. Uma vida protegida das hostilidades do mundo, uma vida abençoada, pela ignorância. Através desse véu que ilude e que engana, os ignorantes são satisfeitos.¹
¹É claro que existem inúmeras questões sociais em torno do que compõe os ignorantes. Educação fraca, ausência de ações sociais, pobreza, enfim. Mas o propósito desse devaneio, não é questionar esses problemas, ou sequer apontar as consequências dessa ignorância intelectual. É refletir sobre como a vida é simples para aqueles sem conhecimento. Se você considera como boa, ou ruim, depende de você.
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2020.08.31 05:07 altovaliriano Stannis Baratheon (Parte 7)

O objetivo inicial de Stannis era sentar no Trono de Ferro. Minha impressão é que esse era o plano desde que ele abandonou Porto Real. Outros leitores alegam que esta intenção surgiu apenas depois da morte de Robert. Qualquer que seja o caso, todos devemos concordar que este era o objetivo ao menos desde o Prólogo de A Fúria dos Reis.
Por sua vez, Melisandre já alegava que o rei era a reencarnação de Azor Ahai. Talvez já pensasse assim antes. Mas não sabemos. Tudo que sabemos é que a mulher vermelha promoveu Stannis a herói renascido e nunca o tirou do altar.
Até Tormenta de Espadas, Stannis nunca havia se identificado com o papel de Azor Ahai. Só seguia os conselhos da feiticeira de Asshai para tentar reverter a desvantagem que Renly havia lhe imposto. Depois que conseguiu precisava para combater seus inimigos, até a colocou na geladeira. Atacou Porto Real apenas como Stannis Baratheon, não Azor Ahai, algo que Melisandre não tardou em usar isso contra ele, depois que retornou derrotado à Pedra do Dragão.
Ela voltou a afirmar que ele era um herói renascido e, derrotado e desmoralizado, Stannis começou a lhe dar ouvidos. Ela lhe mostrou uma visão no fogo, falou de uma guerra contra a escuridão, disse que poderia acordar um dragão da pedra, requisitou sangue de um rei e temperou a fábula de Azor Ahai de modo que o herói também era um rei legítimo.
O truque de Martin foi deixar Stannis e Melisandre muito tempo a sós, pensado que Davos havia falecido. Depois o truque foi Davos retornar com um plano para matar a sacerdotisa, o que o tornava mais um traidor. O rei só chama Davos porque Melisandre requisita, mas nem a feiticeira nem Baratheon poderiam prever que o cavaleiro das cebolas atiraria verdades duras a seu suserano.
Stannis fica impressionado, e provavelmente abandona a noção de que Davos era um traidor, pois pergunta por que o cavaleiro queria matar a mulher vermelha. Depois que percebe que as razões eram pessoais (e não para traí-lo), o rei de Pedra do Dragão começa a abrir o jogo, mas de modo confuso e atrapalhado. Provavelmente porque não ele não sabe do que está falando. Só está repetindo o que ouviu de Melisandre.
O objetivo de Baratheon agora é lutar na “grande batalha” e unir toda Westeros contra o Grande Outro. É um plano parecido com o anterior, mas agora Stannis precisa abandonar a ideia de simplesmente ‘tomar o trono’ para abraçar o ideal de ‘unir o reino’. À semelhança de Aegon, o papel agora é acabar com as disputas internas e consolidar a figura de um único governante. Mas tal como Aegon, precisa-se de um dragão. Para conseguir o dragão Edric Storm deve ser sacrificado.
A areia corre agora mais depressa pela ampulheta, e o tempo do homem sobre a terra está quase no fim. Temos de agir com ousadia, senão toda a esperança estará perdida. Westeros tem de se unir sob seu único rei verdadeiro, o príncipe que foi prometido, Senhor de Pedra do Dragão e escolhido de R’hllor. […] – Dê-me o garoto, Vossa Graça. É a maneira mais segura. A melhor maneira. Dê-me o garoto e acordarei o dragão de pedra.
(ASOS, Davos IV)
Mas como é possível unir o reino sem antes tomar o trono? Não são ideias que redundam no mesmo ponto? Segundo o discurso legalista de Stannis, não. Tendo Stannis a convicção de que o reino e trono já são seus, diminui-se a urgência de tomá-los.
Não é questão de desejo. O trono é meu, como herdeiro de Robert. Essa é a lei. Depois de mim, deve passar para a minha filha, a menos que Selyse finalmente me dê um filho. – Passou três dedos levemente pela mesa, sobre as camadas de verniz liso e duro, escurecido pela idade. – Eu sou rei. Os quereres não entram nisso.
(ASOS, Davos IV)
Este discurso convenientemente repetido por Baratheon é a brecha para que permite a Stannis aceitar outros rumos que não atacar Porto Real novamente. Não fosse assim, por que ele sequer daria ouvidos a um plano de Axell Florent e Salladhor Saan para atacar a Ilha da Garra? Ou então por que Stannis esperaria tanto tempo para que Melisandre comprovasse a eficácia de suas promessas?
De todo modo, o discurso de que o título lhe pertence, aconteça o que acontecer cai como uma luva em sua nova mentalidade de herói mítico. Mais tarde será este discurso que autorizará que Stannis deixe Pedra do Dragão para responder ao pedido de ajuda da Patrulha descoberto por Davos. O rei viu a visão no fogo e aquilo o fez relativizar a buscar pelo trono.
Com meus próprios olhos. Depois da batalha, quando estava perdido em desespero, a Senhora Melisandre pediu-me para fitar o fogo da lareira. […] o que vi foi real, apostaria nisso o meu reino.
E foi o que fez – disse Melisandre.
(ASOS, Davos IV)
Mas os discursos dos personagens não veem sempre em seu auxílio. As vezes, ele são uma arma para ser usada contra ele. Esta é a razão pela qual Stannis fez de Davos sua Mão. Mas também é a razão pela qual Davos não será punido pela flagrante traição em traficar Edric Storm para Lys.
Ao condenar um eventual ataque a Ilha da Garra, Davos fez Stannis perceber que puniria homens como ele mesmo: que estavam obedecendo ordens de seu senhor contra o rei. Quando leu o pedido de ajuda da Patrulha da Noite, Davos usou a visão que Stannis e Melisandre lhe haviam contado e as profecias da grande guerra contra eles mesmos. Se Baratheon agisse diferentemente naqueles momentos, estaria virtualmente demonstrando que não era rei, herói ou sequer o Stannis que ele conhecia.
Não quero dizer com isso que Stannis não sofre transformações ao longo de A Tormenta de Espadas. Pelo contrário. O rei muda muito o seu discurso de um capítulo para o outro neste livro. O final do Davos IV e o começo de Davos V são espelhos um do outro. A situação modifica-se rapidamente quando as circunstâncias forçam o rei derrotado a admitir que Melisandre pode ter razão sobre o sangue de rei. Porém, nem todas as mudanças vieram em favor da tese de Melisandre. Ao dar alguma razão à feiticeira na mesma medida em que lhe retirava, Martin objetiva criar mais conflito interno no personagem, forçando Stannis a tomar uma decisão que refletisse sua personalidade da forma mais autêntica possível.
Primeiro, falemos das suspeitas que surgem de um capítulo para o outro.
Stannis antes achava que R’hllor deveria escolher alguém melhor, se achando inadequado para o destino que lhe era imposto. Entretanto, ao reparar que R’hllor escolhe como seus instrumentos os homens mais pífios e desonrosos, Baratheon passa a duvidar da lisura de seu deus.
O Senhor da Luz devia ter feito de Robert o seu campeão. Por que eu?
Porque é um homem reto – disse Melisandre.
(ASOS, Davos IV)

Será que a mão de R’hllor é manchada e entrevada? – perguntou Stannis. – Isso parece mais obra de Walder Frey do que de qualquer deus.
R’hllor escolhe os instrumentos de que necessita. – O rubi na garganta de Melisandre brilhava, rubro. – Seus caminhos são misteriosos, mas nenhum homem pode resistir à sua vontade ardente.
(ASOS, Davos V)
Por outro lado, após ser persuadido por Davos a não atacar a Ilha da Garra, Stannis falava em trazer justiça para cada pessoa nos sete reinos, independente da classe. No capítulo seguinte, porém, vislumbrando a chance de angariar apoio político fácil, fala que oferecerá indultos totais aos traidores que perderam seus reis para as sanguessugas de Melisandre. Mais do que qualquer coisa, essa passagem demonstra o quanto Stannis estava ávido para se livrar do dilema moral envolvendo o sacrifício de Edric.
Eu trarei justiça a Westeros. Algo que Sor Axell compreende tão mal quanto compreende a guerra. A Ilha da Garra não me traria nada... e seria uma coisa maligna, como você disse. Celtigar tem de pagar o preço da traição pessoalmente. E quando eu subir ao trono, pagará. Cada homem colherá o que semeou, do mais alto dos senhores ao mais baixo rato de sarjeta. E alguns perderão mais do que as pontas dos dedos, garanto. Fizeram o meu reino sangrar, e não me esqueço disso.
(ADWD, Davos IV)
...
O lobo não deixa herdeiros, a lula gigante deixa muitos. Os leões vão devorá-los, a menos que... Saan, vou precisar de seus navios mais rápidos para levar enviados às Ilhas de Ferro e a Porto Branco. Oferecerei indultos. – O modo como cerrou os dentes mostrou o pouco que gostava da palavra. – Indultos totais, para todos aqueles que se arrependerem da traição e jurarem lealdade ao seu legítimo rei. Têm de compreender…
(ASOS, Davos V)
Outra dúvida que acomete Stannis tem relação com a própria credibilidade das visões no fogo. Na primeira conversa, Stannis tem uma convicção profunda sobre o significado do que viu nas chamas. A seguir, mostra-se cético. Eu diria que, aqui, o rei está desdenhando do sucesso das sanguessugas com base nas previsões ambíguas que Melisandre fez no passado. Outra tentativa de se esquivar do sacrifício do bastardo de Robert.
A convicção na voz do rei assustou Davos profundamente.
(ASOS, Davos IV)
...
Há mentiras e mentiras, mulher. Mesmo quando essas chamas falam a verdade, estão cheias de truques, parece-me.
(ASOS, Davos V)
Porém, Melisandre conseguiu incutir algumas ideias em Baratheon. Quando libertou o Cavaleiro das Cebolas, Baratheon elogiava Edric Storm e se mostrava enfurecido por pensarem que ele o faria mal. Na segunda conversa, contudo, depois que Melisandre tanto destaca quanto o bastardo era a encarnação de uma afronta (e até mesmo de uma maldição) contra o rei, ele passa a expressar uma opinião negativa sobre o garoto.
O garoto encantou-o? Tem esse dom […]. Penrose preferiu morrer a entregá-lo. – O rei rangeu os dentes. – Isso ainda me enfurece. Como ele pôde pensar que eu iria fazer mal ao garoto?
(ASOS, Davos IV)
...
Já estava farto desse maldito garoto antes mesmo de ele nascer – protestou o rei. –Até o nome dele é um rugido aos meus ouvidos e uma nuvem negra que paira sobre a minha alma.
(ASOS, Davos V)
Por fim, enquanto que primeiramente o rei insistia a Melisandre que pensar em dragões era alimentar uma esperança tola, mais tarde ele mesmo passa a fantasiar com as possibilidades.
Não quero ouvir mais nada sobre isso. Os dragões acabaram-se. Os Targaryen tentaram trazê-los de volta meia dúzia de vezes. E fizeram papel de bobos, ou de cadáveres.
(ADWD, Davos IV)
...
Seria uma coisa maravilhosa vera pedra ganhar vida – admitiu de má vontade. – E montar um dragão... [...] Robert tirou os crânios das paredes quando colocou a coroa, mas não suportou a ideia de mandar destruí-los. Asas de dragão sobre Westeros... isso seria uma...
(ASOS, Davos V)
Neste momento Davos interrompe Stannis para combater os argumentos de Melisandre. Tal qual havia feito antes ao criticar o plano de Sor Axell, o cavaleiro das cebolas desempenha o papel do advogado de defesa. Tal qual havia feito anteriormente, Stannis deixa seus conselheiros debaterem livremente, como se a altercação acontecendo na corte fosse um reflexo de seu próprio conflito interno.
Os argumentos da nova Mão do Rei não são novos. São os mesmos que Stannis já havia apresentado à feiticeira e, por isso, Melisandre tem resposta para todos. No fim, porém, Davos inova argumentando que nem todos as sanguessugas haviam causado o efeito prometido.
Duvida do poder de R’hllor? [...]
Até um contrabandista de cebolas sabe distinguir duas cebolas de três. Falta-lhe um rei, senhora.
Stannis resfolegou uma risada.
Ele pegou-a, senhora. Dois não é igual a três.
(ASOS, Davos V)
Stannis mal conseguiu conter sua alegria. Davos apontou uma brecha que o livrava de ter que reconhecer que Melisandre tinha razão, algo que ele estava resistindo a fazer até aquele momento. A alegria, contudo, dura pouco. A feiticeira mostrasse confiante de que Joffrey morrerá em circunstâncias que evidenciarão o poder do sangue de Edric. Stannis fica contrariado e termina a discussão ainda insistindo no argumento de Davos.
Com certeza, Vossa Graça. Um rei pode morrer por acaso, até dois... mas três? Se Joffrey morrer, no meio de todo o seu poder, rodeado por seus exércitos e sua Guarda Real, isso não mostraria o poder do Senhor em ação?
Talvez mostre. – O rei falou como se se ressentisse de cada palavra.
Ou talvez não. – Davos fez o melhor que pôde para esconder o medo.
[…] Dois é diferente de três. Os reis sabem contar tão bem quanto os contrabandistas. Podem ir. – Stannis virou as costas a eles.
(ASOS, Davos V)
A discussão é encerrada, mas Davos sabe que o conflito interno de Stannis está longe de terminado, por isto ele fica para trás para repisar os pontos em que a opinião de Stannis não mudou:
  1. Edric é de seu sangue
  2. Edric é inocente
  3. Edric e Shireen se afeiçoaram.
Davos ainda quis repetir o nome do garoto a fim de humanizá-lo, pois Stannis teimava em não pronunciar seu nome.
Como era esperado, nada disso tem efeito. Até porque todos estes argumentos foram trazidos pelo próprio Stannis contra Melisandre. Ao voltar a eles, Martin apenas nos demonstra que Baratheon não descartava sacrificar Edric apesar daquilo tudo. O rei até pronuncia o nome de Edric, demonstrando que humanizá-lo não o faria temer mandá-lo para morte.
Martin fecha este pequeno arco de mudança de opinião com um último espelhamento. Em um capítulo, Stannis manda tirar Davos de sua cela. No seguinte, ameaça justamente jogá-lo de novo nas masmorras. Esse é o sinal de que Stannis não admite mais contestação, pois a possibilidade de entregar Edric a Melisandre já é quase uma realidade.
Vá – disse o rei por fim– antes que consiga se levar de volta à masmorra.
(ASOS, Davos V)
Entretanto, se o sacrifício não acontece depois, o que Martin quis com todo esse arco? E por que vimos Stannis se humanizar e não atacar a Ilha da Garra (um ato “maligno”, segundo ele mesmo), para que logo depois ele esteja em conflito sobre sacrificar uma criança inocente? Tanto o ataque a Ilha da Garra quanto o sacrifício de Edric não aconteceram. O que Martin quis mostrar com isso tudo?
Toda essa volta serviu para estabelecer as diferenças, dentro de um espectro de moralidade, entre os personagens em Pedra do Dragão.
Desde que fomos apresentados a Stannis em A Fúria dos Reis nos tornamos cientes que suas famosas honra e moralidade não são tão rígidas como se fala. Elas se curvam ao cumprimento dos deveres associados aos papéis sociais que ele assume e ao utilitarismo de desempenhá-los à risca. Em outras palavras, Stannis está sempre atento a desempenhar o papel que esperam dele.
Em A Tormenta de Espadas, Stannis admite isso com todas as letras. Quando lhe foi apresentado o dilema da Rebelião de Robert, entre seguir seu irmão e lorde e se tornar um rebelde ou seguir seu rei e manter-se um legalista, Stannis pensou que os laços de sangue eram mais importantes.
Escolhi Robert, não escolhi? Quando esse duro dia chegou. Escolhi o sangue em detrimento da honra.
(ASOS, Davos IV)
No dilema envolvendo Edric, entretanto, Stannis está sendo forçado a abandonar até mesmo seu sangue em prol de uma profecia que tanto salvará o mundo quanto lhe dará o reino. Diferentemente da Rebelião, Stannis agora é o rei e não o rebelde (na cabeça dele ,claro). Não é mais uma questão de lealdades ou legalidade, mas a escolha entre vidas a salvar e um reino para pacificar.
É claro que, como a única fonte de informações é Melisandre, Stannis exige evidências de que ambas as coisas realmente acontecerão, caso ele decida sacrificar o bastardo do irmão. Stannis é um homem desconfiado e orientado por evidências. Não quer fazer um movimento baseado em simples wishful thinking. Entretanto, Melisandre concede as garantias. Lhe fornece uma visão no fogo que o impressiona muito e realiza o ritual com as sanguessugas que “resulta” na morte dos outros três reis ainda vivos na Guerra dos Cinco Reis. Porém, vale mencionar, ainda assim Stannis pedia por garantias.
Jura que não há outra maneira? Jure por sua vida, porque juro que morrerá devagarinho se mentir para mim.
(ASOS, Davos VI)
Sendo assim, a conclusão óbvia é que o rei pode até ser alguém disposto a atos grotescos, mas ele somente os leva a cabo quando têm utilidade verdadeira. Inclusive, esta é a razão pela qual ele concorda com Davos de que atacar a ilha da Garra seria um expediente maligno. Ele não só iria punir as famílias inocentes de homens que lhe serviram com lealdade como não tiraria nada de realmente útil deste ataque, apenas saque.
Já com Edric Storm, o dilema que Martin impõe ao personagem se encaixa no padrão de “O que é a vida de um em comparação” e “As necessidades de muitos”, tropes normalmente associadas à busca pelo bem maior – o que não necessariamente coloca Baratheon na condição de herói, mas tampouco necessariamente o rebaixam à condição de vilão ou de antagonista.
Em verdade, mesmo depois da repentina mudança de opinião sobre Edric, o rei nunca deixou de considerar sua inocência e as consequências nefastas que viriam do ato, especialmente no que se referia a possíveis acusações de fratricídio. Stannis associa este tipo de postura a uma necessidade de cumprimento de seu dever como Azor Ahai e rei.
Quantos garotos vivem em Westeros? Quantas garotas? Quantos homens, quantas mulheres? A escuridão vai devorá-los todos, diz ela. A noite que não tem fim. Fala de profecias... um herói renascido no mar, dragões vivos chocados a partir de pedra morta... fala de sinais e jura que apontam para mim. Nunca pedi isso, assim como não pedi ser rei. Mas vou me atrever a não lhe dar ouvidos? – rangeu os dentes. – Não escolhemos o nosso destino. Mas temos... temos de cumprir o nosso dever, não é? Grande ou pequeno, temos de cumprir o nosso dever. Melisandre jura que me viu em suas chamas, enfrentando a escuridão com a Luminífera erguida bem alto. Luminífera!
(ASOS, Davos V)
Alegar que ‘não pediu’ para estar naquela situação é um gesto clássico de Stannis quando é colocado em uma situação que exige que ele tome escolhas difíceis. Stannis é um homem que dá muita importância ao preenchimento de papéis sociais, seja como irmão mais novo, conselheiro, marido, rei ou herói mítico renascido. Por essa razão conclui não ter controle sobre o próprio destino, que apenas lhe resta agir conforme seu papel.
Afinal, a lição que tirou na infância do caso do falcão Asaltiva foi que tentar agir em desconformidade com sua condição é algo ineficaz, que somente o coloca no papel de bobo. Isso condicionou a vida do Baratheon do meio à busca de desempenhar seu papel da forma mais eficiente e em conformidade com as suas condições. Assim, sua vida foi moldada na obediência aos seus deveres.
Quando era rapaz, encontrei um açor ferido e tratei dele até que recuperasse a saúde. Chamei-o Asaltiva. Costumava se empoleirar no meu ombro, esvoaçar de sala em sala atrás de mim e comer na minha mão, mas não voava alto. Uma vez ou outra levei-o à caça, mas nunca subiu mais alto do que as copas das árvores. Robert chamou-o Asafraca. Ele tinha um falcão-gerifalte chamado Trovão que nunca errava um ataque. Um dia, nosso tio-avô, Sor Harbert, disse-me para experimentar outra ave. Disse que estava fazendo papel de idiota com Asaltiva, e tinha razão.
Assim, todo o dilema enfrentado pelo rei de Pedra do Dragão centrava-se em comprovar a eficácia do método proposto por Melisandre, a fim de não fazer papel de bobo caso fosse uma furada. Stannis estava disposto a sacrificar alguém de seu sangue se conseguisse acordar um dragão e unir o reino sob seu comando para liderar a batalha contra as trevas. O que ele não estava disposto era a ser mais um idiota nas páginas da história, que pensava ter achado a fórmula para obter um dragão, mas no fim acabava morto ou humilhado.
– Não quero ouvir mais nada sobre isso. Os dragões acabaram-se. Os Targaryen tentaram trazê-los de volta meia dúzia de vezes. E fizeram papel de bobos, ou de cadáveres. Cara-Malhada é o único bobo de que precisamos neste rochedo esquecido por deus. Você temas sanguessugas. Faça o seu trabalho.
(ASOS, Davos IV)
Esta visão utilitarista é a postura de Stannis.
A postura adotada por Melisandre, Selyse e Axell é algo inteiramente distinto.
A diferença crucial entre Stannis, Selyse e Axell é que apenas o rei sente-se moralmente impedido de realizar o sacrifício, muito embora Edric também seja do sangue de todos eles. A rainha e o castelão não somente descartam completamente a humanidade e a inocência de Edric Storm, como eles fecham aos olhos ao fato de que “o bastardo de Robert” também é “o bastardo de Delena Florent”.
Edric é filho da prima de Selyse e, por força do casamento com Stannis, seu sobrinho. Já Axell é tio-avô do garoto. Figurativamente falando, o sangue Florent corre tão intenso nas veias de Edric quanto o sangue Baratheon. Este é um detalhe grandemente esquecido tanto pelo leitor quanto pelos personagens, mas que estabelece uma grande diferença de caráter entre Stannis e os Florent.
O rei não ignora o valor da vida que está tirando. A inocência e o fratricídio constituem obstáculos morais sérios para ele. Stannis tampouco deseja patrocinar um fiasco com sangue e desonra. Já Selyse acredita piamente no papo de Melisandre de que Edric conspurcou seu casamento e impôs uma maldição em seu ventre, impedindo-a de gerar filhos homens.
Robert e Delena profanaram a nossa cama e fizeram cair uma maldição sobre a nossa união. Esse garoto é o sujo fruto de sua fornicação. Levante esta sombra de meu ventre, e eu lhe darei muitos filhos legítimos, eu sei que sim.
(ASOS, Davos V)
Axell Florent é um homem ambicioso que vê traidores em todo lado, que está mais do que disposto a lançar à fogueira aqueles de seu sangue (no caso, seu irmão Alester).
Porém, é preciso ressaltar que a miopia de Axell não é condicionada apenas a sua ambição. Ele não apenas estava apoiando o sacrifício de Edric enquanto tinha chances de ser nomeado Mão. Mesmo depois que Davos passa a ocupar o cargo, Axell continua a fazer eco aos gritos de Selyse.
Assim, fica claro que a rainha e o castelão não hesitariam de entregar às chamas alguém inocente de seu próprio sangue caso Melisandre assim requisitasse.
Quanto à própria sacerdotisa de Asshai, pouco podemos inferir sobre sua moralidade. Entretanto, os argumentos que ela apresenta a Stannis parecem indicar que Edric não seria o primeiro inocente que ela sacrificaria na vida.
O Senhor da Luz aprecia os inocentes. Não há sacrifício mais precioso.
(ASOS, Davos V)
Portanto, o ponto de Martin com a “ameaça de sacrifício” era permitir que os leitores contemplassem o caráter de cada personagem envolvido para que soubéssemos “quem eles eram quando estava escuro” e, em contraste, notássemos que, por mais ambicioso, orgulhoso e estrito que Stannis fosse, não seria facilmente convencido a sacrificar o bastardo de seu irmão, mesmo quando as pessoas a seu redor estavam convencidas.
Ele está com eles, mas não é um deles, pensou Davos.
(ASOS, Davos VI)
No fim, entretanto, Edric Storm apenas sobreviveu por intervenção de Davos. A pergunta que fica com o leitor é: O que aconteceria em uma situação parecida se Davos não estivesse por perto?.
Mas isso é tema para outro texto.
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2020.08.26 03:42 LuckyUwU69 Uma alma abatida

Depois de lutar contra algumas coisas... Apercebi-me que o meu passado gosta de voltar para me mostrar o quão forte sou para enfrenta-lo e lidar com ele... Mas não forte suficiente para lidar com ele depois... Após estes 2 anos aterrorizantes da minha "insignificante" vida, apercebo-me que quero morrer. Não tenho coragem para o fazer, então não o vou fazer, mas um sentimento de sofrimento não sai de dentro de mim... Fiz de tudo para me sentir feliz, e nestes dois dias consegui algo a que pude chamar de normalidade, nem feliz, nem triste, foi tudo abalado.. Vi que gostava de ter a minha vida antiga de volta, onde as pessoas criticavam a minha aparência e o modo de ser, os socos, as coisas más que diziam sobre mim e espalhavam sobre mim, ver a minha melhor amiga a ir para o caminho errado, porque nessa época eu era feliz e nem eu sabia. Perdi o meu melhor amigo, perdi os meus animais de estimação queridos, perdi a minha amiga, perdi a confiança, perdi a esperança nos meus sonhos, perdi o fato de gostar do meu corpo e de quem sou. Não consigo olhar para mim sem me sentir enojada, feia, nem consigo sequer pensar em alguém ver-me nua, ou de roupa íntima, nem dizer que gosta de mim, ou sequer querer algo comigo, porque me enoja, e só de pensar tenho vontade de chorar, não consigo me sentir bem outra vez. Não tenho ninguém que seja sincero comigo... Que me diga o que realmente pensa de mim... Porque todos os elogios por parte de entes queridos de que sou bonita, que sou forte, que sou inteligente e de que todos os meus sonhos vão ser cumpridos, não vejo sinceridade na cara deles... Sinto-me incapaz de seguir os meus sonhos, tornar-me intérprete, ter uma casa, e os meus animais de estimação comigo além de ter um marido que eu idealizo e futuramente os meus filhos, podem ser sonhos fúteis, mas foi sempre o que sonhei para mim... E agora sinto-me devastada, enojada e profundamente triste... Peço ajuda... Não sei que fazer, não quero falar com psicólogos, odeio, eu só quero flr com alguém que eu sinta que não me vi julgar que possa falar comigo quando mais precisar... Recorri ao redit, porque não acho que na vida social que tenho, tenha alguém de confiança... Este é o meu pedido de ajuda...
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2020.08.16 13:35 Nicocchi606 Sou babaca?

Bom, nunca tentei fazer isso, mas realmente não sei mais o que fazer. Essa história vai ser meio longa, mas obrigada de coração para quem puder me ceder esse tempo.
Contexto: Sou filha única e ilegítima, nunca conheci meu pai por isso, ele nunca quis me encontrar, não me reconheceu e nunca mandou nenhum tipo de suporte e minha mãe não pede ao governo. Ele não é br e mora em outro país com a mulher e dois filhos. Minha mãe conheceu ele na Itália e sempre amou esse país. Ela veio me ter no Brasil mas sempre quis voltar para lá. Anos atrás, quando eu tinha 12 ela entrou em contato com um ex namorado italiano por e-mail, e em 2 anos decidiram se casar. Obviamente eu era contra, mas ela me levou para Itália contra a minha vontade mesmo assim, e minha família não fez nada já que era "uma chance de um futuro melhor". (Não discordo, o ensino é melhor mas é muito pesado, sem feriados e sem consideração, o Brasil é bem melhor nisso).
O problema: Desde que desci do aeroporto não fui com a cara do homem, mas aguentei pela minha mãe. Mas semanas depois o casamento não deu certo. O cara era um escroto, e nós dois não nós dávamos NADA bem. Naquele mesmo ano, minha mãe me colocou na escola (eu não sabia a língua, e valem duas coisas, ela me fez duas promessas. Não vou te colocar na escola até você se acostumar com a língua. E se não se acostumar em 2 meses a gente volta). Bom, como dizer....foi o inferno literalmente, eu sempre fui tímida, e não sabia a língua, logo fui excluída pela sala. E uma professora parece que se aproveitava de eu não poder me defender pra me humilhar na frente de todos. Enquanto isso em casa, eu passei a nem mesmo sair do quarto, nem para comer pois não aguentava nem ver o marido da minha mãe. E ela não se impunha com a desculpa de "a casa é dele, temos que respeitar". Nesse ano acabei com depressão e fobia social aliás. E agora não duvido nada que ainda tenha Distúrbio de personalidade Esquiva, suspeitas tenho muitas mas só o psicólogo pra confirmar. Me mudei de escola e passei um ano mais ou menos. Mudei de novo, de escola e de casa, nisso tinham passado 2 anos. Outro inferno, minha mãe não conseguiu manter o apartamento onde estávamos morando só as duas. Não tinham móveis em condições de uso, e passei muito tempo tendo que dormir no chão por isso, sozinha em casa a maior parte do dia. Alí a escola estava igual ao primeiro ano, ignorada por todos. E aquilo tudo piorou minha situação, comecei a ter crises de pânico e ansiedade e não consegui mais ir para a escola 15 dias antes de tudo ser fechado pela pandemia, mas não consegui nem mesmo participar das aulas online pelo medo de viver tudo aquilo de novo. Por pouco não perdi o ano... Agora é o 4 ano morando aqui. Nos mudamos de novo, para a casa do pai do ex marido dela, que é como um pai para a minha mãe. E é horrível aqui. Ele tem 86 anos, logo viveu em tempos de guerra e não entende que as coisas mudaram, nem tenta entender os outros, acha que todos tem que viver do mesmo jeito que ele, é REALMENTE teimoso e cabeça dura. Um exemplo: Eu estou de férias, logo quero dormir um pouco mais tarde, o que já é difícil já que em todos esses anos e ainda agora, divido um quarto com a minha mãe, então nem a minha privacidade eu tenho. Ontem não estava conseguindo dormir, acabei pegando no sono as 04:00, acordei às 10:00 e fui tomar café. Ele já entrou na sala falando de como era um absurdo isso. Que eu tinha que comer mais cedo. Razoável? Talvez se fosse só isso. Ele quer que eu siga esses horários dele: dormir às 21:30, acordar às 06:00, almoço às 12:00 e janta as 18:00. Principalmente o almoço, meio dia eu TENHO que estar na mesa. Uma vez eu tava de cama sem respirar por uma crise alérgica e não desci. Ele começou a berrar, jogou o chapéu no chão e saiu falando que eu estraguei o dia dele, que bem ou não, com fome ou não, meio dia eu tenho que descer e assistir eles comerem. Então comer fora? Nem pensar. E minha mãe não fala nada por que "é a casa dele" eu já tô tão irritada com isso! Quer dizer, nas FÉRIAS, eu não posso pegar um dia pra sei lá, almoçar fora com ela, comer um pizza fora, NADA. Por que se não a princesa em casa surta! Desculpa, eu sei que ele tem a idade e mentalidade dele, mas pelo amor de Deus. As vezes sinto que tenho que pedir permissão pra respirar, me sinto sufocada! Minha mãe fala que está tentando melhorar as coisas esse tempo todo, e sou eu que não me esforço. Na verdade tenho medo de quando a escola começar, eu falto bastante por crises de pânico/ ansiedade, é HORRÍVEL mas sei que esse cara vai fazer uma cena maior ainda de me ver em casa.
No final, falando assim, é um pouco do que eu passei, mas viver assim, todo dia em 4 anos, com uma pressão enorme de "ter que fazer tal coisa por tal pessoa ou eu sou mal educada" ou de ter que ser perfeita i tempo todo para agradar fulano porque é a casa dele vem acabando comigo. Minha família e uma psicóloga que eu fui (que eu tive que infernizar a minha mãe para me levar quando comecei as crises) me disse que quando eu tiver 18 vou poder fazer o que quiser..mas não sei se resisto até lá.
No final eu sou babaca? Por que não me esforço para ajudar a minha a "melhorar as coisas" (honestamente eu nem sei o que fazer pra ajudar, ela praticamente me largou na escola e parece que coloca todos antes de mim) e por ficar mal por toda essa situação? De verdade, eu não sei, talvez eu devesse dar mais suporte para a minha mãe? Tratar ela melhor ou algo? Eu realmente não sei mais o que fazer com tudo isso...ou com essas pessoas com quem moramos/ morávamos, é muito insensível da minha parte querer viver? Porque eu tô na Itália, e nunca fui visitar lugar nenhum, Veneza, Milão, Genova, Pisa, nada. Eu só queria um pouco de liberdade nisso tudo.
Desculpem o tamanho do texto, mas obrigada de verdade a quem leu até aqui. Realmente precisava colocar isso para fora.
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2020.08.12 15:44 sairennorebi Fui a babaca por contar a história de como eu e meu marido nos conhecemos? #Turmafeira

Oi Luba, editores, possível convidado virtual, gatas, papelões sobreviventes e turma que está a ver, quero muito participar por que preciso saber se eu fui a babaca na história.
Bom Luba, eu tinha uns 18 anos na época e minha amiga a mesma idade que eu, vamos chama-la de Karla para não expor. Nós éramos melhores amigas desde crianças. Somos da mesma igreja e, após eu ter um término com meu ex namorado entrei pra um dos grupos que tinha na minha igreja que ela participava. Assim que eu entrei reparei em um rapaz que também fazia parte e logo eu dei uma desculpa para pegar o número dele e começamos a conversar cada vez mais, vamos chamar ele de Carlos. Um tempo depois que estávamos conversando comecei a gostar dele e como eu e a Karla éramos melhores amigas eu fui contar pra ela. Quando contei ela disse que também gostava dele mas que não tinha tido coragem de chegar nele. A questão é que a Karla realmente é mais tímida que eu, mas ela conhecia ele antes de mim e não tinha me falado nada. O clima ficou meio tenso por um tempo e eu até pensei em me afastar do Carlos, afinal não queria perder a amizade dela, mas um tempo depois, quando as coisas estavam começando a ficar mais normais, Calos veio me falar que o melhor amigo dele estava gostando da Karla, vamos chama-lo de Tiago e que queria saber como chegar nela. (Ps. Carlos descobriu que eu e a Karla estávamos gostando dele pela mãe do Tiago, ela era líder desse grupo da igreja que participávamos.) Tiago também era muito tímido então não tinha muita coragem de chegar na Karla mas com algumas dicas ele conseguiu e os dois se aproximaram. Eu e o Carlos começamos a namorar e pouco tempo depois a Karla e o Tiago também, o que era bem legal por que saíamos juntos e éramos um grupo de melhores amigos. Tenho que deixar claro também que Tiago, com o passar do tempo começou a dar sinais de ser meio babaca com a Karla, como fazer ela sair de um emprego que ela estava ganhando muito bem pra ir pra outro que ela ganharia salário mínimo só porque no primeiro ela tinha que ir super arrumada pro trabalho (era corretora de imóveis), isso por que ela ainda está não era formada e tinha que pagar sua própria faculdade por que os pais dela não tinha condição, enquanto ele era formado e não trabalhava e ficava o dia todo em casa jogando.
Passaram-se anos nesse meio termo e Carlos e eu começamos um relacionamento a distância por que ele foi estudar medicina em outro país, e mesmo assim continuávamos juntos e com uma relação muito boa. No último ano, eu já tinha 22 anos, estava nas férias e Carlos estava comigo e fomos no aniversário da irmã de Tiago (ela era muito minha amiga e do Carlos também) e tinha outra amiga nossa lá, vamos chama-la de Larissa, ela veio me contar que tinha começado um relacionamento e que tinha começado meio errado e que tinha sido muito complicado e que estava com medo de por ter começado errado dar tudo errado (detalhe eu estava noiva do Carlos nesse dia e já estávamos próximo do casamento). Com ela me contando isso resolvi contar pra ela como foi o começo do meu relacionamento com o Carlos e como foi difícil porque eu tinha uma amiga que gostava dele, mas eu troquei todos os nomes e não expus ninguém, para mostrar pra ela que as vezes começa difícil como forma de provação pra ver o quanto as pessoas se gostam mesmo, mas que no final podia dar certo. O problema foi que a Karla e o Tiago estava perto e eu não vi, ela escutou tudo e ficou muito puta comigo. Fiquei sabendo depois que o Tiago tinha brigado muito com ela, falando que ele tinha sido o resto, que na verdade ela queria ter ficado com o Carlos (eles já tinham mais de 3 anos de namoro), sendo que ele sempre soube do começo da história, até por que foi a mãe dele que contou tudo pro Carlos. Resumindo ela ficou muito brava comigo e hoje não olha nem na minha cara, detalhe, eles eram nossos padrinhos de casamento e depois disso tivemos que achar outro casal às pressas por que estava perto do casamento. Durante a briga eu disse pra ela que ela estava deixando o Tiago decidir tudo da vida dela inclusive quem ela seria amiga e por isso ela estaria se afastando de mim, mas ela diz que eu inventei toda aquela história e que ela nunca tinha gostado do Carlos, sendo que tem outros amigos nossos que viveram esse momento conosco e sabem que é tudo verdade.
Atualmente estou casada com o Carlos e estamos vivendo muito feliz com ele no Peru (onde ele faz medicina). Ela continua o relacionamento com o Tiago e até onde eu sei ele está morando em outra cidade mas ainda controla cada movimento dela, não deixando ela ter amigos que ele não queira e nem fazer nada que ele não deixe. A mãe dela (muito amiga da minha mãe) detesta o Tiago e tudo que ele tem feito com a filha dela, que antes era uma menina feliz e alegre, agora vivia triste e chorando.
Então, eu fui a babaca por ter contado a história de como eu e meu marido nos conhecemos para uma amiga?
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2020.08.05 21:47 pleasedeletedis Olha eu de novo pedindo ajuda sobre programação...

Brasileños de meu coração, preciso de ajuda numa coisa.
Há algum tempo já havia pedido ajuda sobre programação por aqui e estudos estão bem, obrigado. Porém, estou ajudando minha prima na empresa dela (micro, praticamente nano empresa) já que o coronga levou clientes embora e a antiga estagiária não conseguiu renovar o contrato.
Pois bem, me deparei com um sistema até bem elaborado usando uma planilha do Excel com macros para gerenciar pedidos, gerar ordens de serviço para clientes e prestadores. Porém, eu sei que dá pra ficar melhor. Tipo, melhor do que está agora. Perde-se um puta tempo rodando por células e mais células para cadastrar uma galera ou procurar quem atenda tal região. Esse sistema foi feito pelo marido da minha prima e foi um puta adianto, principalmente porque ambos não sacam de programação. Aí é que eu meto o nariz...
Como estou aproveitando o coronga para desenvolver novas habilidades, conversei com eles e disse que tentaria ajudá-los. No tempo livre que os ajudo, estou quebrando a cabeça para fazer algo desse tipo. Já tentei o Access (por sugestão dele) e vi que é uma droga pra gerar PDFs e algumas buscas mais gerais (prestadores, empresas...), além de ser feio demais.
O meu intuito é fazer uma interface que consiga cadastrar pedidos, gerar as ordens de serviço em PDF, fazer buscas no sistema. Não precisa ficar idêntico ao MODELO que eu fiz upload, mas precisa rolar de gerar algo com esses dados.
Obviamente, não estou pedindo para que façam isso pra mim ou pra eles. Não temos dinheiro pra pagar por algo desse tipo, não de maneira justa. Não somos cuzões a esse ponto. :D
A ajuda que eu quero é por onde começar ou quais ferramentas/linguagens eu posso usar (Sim, eu sei que basicamente qualquer linguagem dá pra fazer algo, mas queria uma direção para poder gerar algo que funcionasse). Isso pode não só ajudá-los como também virar uma fonte de renda para que eu possa tirar um capilé por fora. Tanto pra pagar as contas ou para ter um plano D (os planos A, B e C já foram pro saco...) caso a situação em casa piore ainda mais.
Se ajuda a diminuir as opções de linguagens, bibliotecas ou frameworks, eu sei um cado de Python (estava futucando no pyqt/qtdesigner um pouco pra fazer a interface), estou aprendendo Html, CSS e JS (caso tenha algo de Electron JS ou React. Vai saber né...).

Agradeço pela atenção e já peço desculpas se isso parecer algo absurdo para algum programador ou algum de vocês. :)
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2020.07.28 05:48 leepz2019 Um "amor" que eu não entendi

Olá me chamo L. (H.28) e venho buscar opiniões pra poder entender oque está acontecendo. Há 4 anos atrás conheci uma moça denominada D. Moça bonita e jovem 15 anos, só queria curtir e zoar a vida, quando eu a conheci foi em casa, naquela época consumimos maconha e vivíamos chapados, ninguém queria nada com nada, eu recém terminado e ela também. Nos envolvemos e aconteceu, a gente ficou e deixamos claro que não queríamos nós apegar tanto, porém não foi isso que aconteceu. Porém eu vinha passando por problemas devido ao meu término recente e vi que estava ali só por estar mesmo. Comecei a pensar e fui me afundando numa depressão profunda e amarga, porém não quis demonstrar isso, eu gostava muito dela e sabia que na idade dela não tinha porque envolver-la em algo desse tipo, afinal queríamos curtir. Passando um tempo minha mãe sabendo da minha situação me chamou pra ir morar com ela no nordeste, sem chão e sem nada resolvi ir sem hesitar. Expliquei para a D. que teria que ir embora pois não tinha mesmo condições de me manter nas condições emocionais que eu estava. Ela entendeu e compreendeu, sempre fomos muito sinceros um com o outro. Fui embora de coração partido por deixar a cidade e pessoas muito importantes pra mim pra trás. Chegando lá não consegui me adaptar e cai em depressão profunda, o único motivo pra eu sair da cama era comer e fumar cannabis. Passado um tempo comecei a me sentir mais disposto, saia pra passear beira mar, dar uns pegas bem assim dizer, uma euforia total. Cheguei a mandar mensagem pra D. Já que tinha me afastado por conta da depressão, porém ela tinha voltado com o ex, segui em frente afinal oque mais me importava era se ela estava feliz ou não. Passado uns 2 meses entrei em uma crise psicótica devido ao uso de cannabis. Passei por avaliação psicológica e fui encaminhado pra uma clínica. Foram os piores dias da minha vida, porém aprendi muita coisa ali. Eu já não queria mais morar lá no nordeste então saindo da internação resolvi fazer uso de drogas denovo sabendo que assim minha mãe me mandaria de volta pra minha cidade aqui no sudeste. Voltei e continuei a usar contrariando todo o tratamento da doença (esquizofrenia) uma simples tendência nada que me tornasse incapacitado de lidar com a sociedade. Certas vezes cheguei a sair e esbarrar com ela pelas ruas, cruzamos olhares mais ela ainda estava com ele e eu pensava que ela estava feliz e não queria estragar isso. Passado um tempo me atacou outra crise e resumindo segui pra uma internação mais severa agora aqui no sudeste e parei com o uso de drogas pra não atacar crise de novo. Fiquei um ano focado em trabalhar e cuidar de mim se manter relação amorosa com ninguém, isso foi ano passado. Um amigo em comum que namora uma amiga dela me disse que esses dias elas estavam conversando sobre mim, que ela aparentemente estava tendo um mal relacionamento com o namorado dela e disse que ela nunca me esqueceu e que gostava de mim depois de todo aquele tempo. O amigo me disse pra mandar mensagem pra ela, passado alguns dias eu criei coragem e mandei um oi pra ela no wpp. Sem resposta eu pensei, ela deve estar se acertando com ele, melhor eu deixar quieto. Passado mais alguns dias respondi um storie do instagram, não passou muito ela me respondeu com um emoji, logo voltamos a nos falar cada vez mais e mais. Perguntei se ela tinha terminado e ela disse que sim, antes de agente voltar a se falar ainda. Numa sexta feira tomando uma cerveja ela me disse que ia dar com o irmão, eu sem muito o que fazer chamei ela pra tomar uma em casa onde nos conhecemos, e ela aceitou e veio pra minha casa, já com a intenção de ficarmos, pois havíamos conversado por mensagem. O reencontro foi algo muito especial pra mim, algo que eu não consigo explicar. Ela passava quase a semana em casa, e quando ia pra casa dela trocava-mos mensagem do amanhecer ao anoitecer, eu achava me sentia muito pressionado mas sentia que ela precisava disso pois ela havia mencionado que também tinha parado de usar drogas que ocasionaram em crises de Pânico ou ansiedade não sabemos ao certo pois ela não quis ir ao médico saber sobre. Ela vinha tendo crises com certa frequência e eu sempre ajudei como pude, quando estava longe eu tentava distrair-la, quando perto abraçava, conversava, contava algo engraçado até passar tudo. Com um mês pedi ela em namoro durante uma festa que fazíamos em casa, ela aceitou, ficou emocionada ao meu ver, pois havia relatado que ninguém nunca tinha feito aquilo com ela, pusemos as alianças e comemoramos aquele dia. Ela passava muito tempo em casa e eu e meu irmão estávamos desempregados no momento, logo conversamos que ela vinha um dia da semana pra casa e nos fins de semana pra não pesar pra ninguém como havia combinado com meu irmão, conversei com ela e foi sem problema mas sempre ela inventava algo como está tarde ou vai chover ou que se sentia bem em casa comigo, pois o pessoal de casa sempre gostou dela e tratou ela super bem, entao eu ficava sem jeito de pedir pra ela ir pra casa dela. Mas sempre expliquei pra ela que quando eu pudesse eu traria ela pra morar comigo aqui, ela sempre ajudou como podia, não tinha dinheiro pois não trabalhava e eu ainda estava sem serviço pois nosso negócio estava parado por conta da troca de estação. Passando algum tempo realizamos a venda de um imóvel rural, recebi um bom valor da minha parte e sempre combinamos que quando o negócio voltasse a rodar iríamos trabalhar pra fazer esse dinheiro render então decidi pegar o resto das coisas dela , até isso acontecer aproveitamos muito, bebemos muito e curtimos muito, sempre comprei coisas pra comer sem necessidade, porém comprei muita coisa necessária também como roupas pra nós dois, comprei maquiagem pra ela, escova progressiva pro cabelo, trocamos de celular, comemoramos aniversário fomos em festas antes dessa pandemia é claro, aos pouco vi ela ficar cada vez mais linda de que quando a conheci. No caminho dessa curtição sempre reparei nas atitudes dela comigo, principalmente quando bebia ela me desagradava com certas atitudes, eu ficava extremamente magoado com aquilo e sempre me abri com ela e expliquei que aquilo me magoava muito. Coisas como, você tá parecendo meu ex, amigos que dava em cima dela eram melhores que eu, ou em certa conversa expliquei pra ela que ela me devia respeito, pois sempre respeitei ela e fiz o que ela queria, ela nunca teve quem fizesse essas coisas por ela, então eu fiz tudo na melhor intenção e felicidade por fazer ela feliz, ela me disse que não tinha por que me respeitar. Nós não éramos mais namorado, ela já estava morando comigo há mais de 4 meses, éramos praticamente marido e mulher, claro que tinha que ter respeito um pelo outro poxa. Sempre tivemos biometria do celular um do outro como sinal de confiança mas nunca olhei seu celular, uma vez ou outra só quando queria saber oque tanto fazia ali, e ela fazia também quando eu dormia eu acho, pois não via ela mexendo, até aí normal, apesar dos apesares sempre nos demos muito bem e eu achava que éramos felizes. Mas de nesses últimos 2 meses, reparei que ela já não se divertia muito diretamente comigo, só quando não tinha mais ninguém mesmo, se tivesse algum parente dela ou meu bebendo com a gente ela era totalmente radiante e feliz. Se eu for parar pra contar tudo que eu reparei com certeza vai ficar muito maior esse texto.. Continuando, mais precisamente a umas 3 semanas fomos a um aniversário do cunhado dela que eu sempre vou considerar como se fosse da minha família, inclusive sou muito grato a ela por ter conhecido ele e também a minha cunhada que é namorada dele e irmã da D. Enfim fomos a festa e chegando lá estava a família do aniversariante a mãe e os irmãos que eu conhecia aliás, tem um deles especificamente denominado J. Que ela sempre me falou mal, dizia que quando ele estava com a namorada ele era c..são e dava ânsia cada vez que ouvia o nome dele, porem recentemente a parceira dele largou dele e foi embora do estado. Até aí tudo bem, ele foi super simpático comigo, porém notei ela muito simpática com ele. Naquela noite fiquei assando carne na garagem em baixo onde se encontrava a maioria do pessoal, e ela distante de mim, direto lá em cima conversando com os irmãos do cunhado e nada de me dar atenção, percebi mas nem falei nada pra não ficar um clima chato na festa e nem começar uma briga com ela. Festa acabando chamei ela pra ir embora que a irmã dela ia levar a gente, ela estava jogando futebol no game com os irmãos do cunhado dela, e não me deu ouvidos direito, disse que estava vendo alguém jogar, eu falei vamo que o carro tá ligado já, ela disse que já ia, desci e falei pra irmã dela chamar que ela não queria vir, a irmã subiu, logo ela desceu, ao sair do portão torceu o pé, estava bem embriagada, todos estávamos, durante o caminho veio dormindo e chegou em casa subiu as escada deitou na nossa cama e logo adormeceu. No domingo ela acordou com o pé super inchado me chamou e eu perguntei se ela queria ir ao hospital ela disse que não, depois disso no meio do dia meu sogro liga pra ela perguntando se não queria ir na casa dele, disse que era melhor não ir por casa do pé, ela não gostou então fomos mesmo assim, bebemos rimos muito aquele dia, tudo normal, chegando em casa cuidei dela devido a pé e ficamos de boa, estava tudo normal aparentemente, na segunda ela ficou o dia inteiro no quarto devido ao pé inchado, na terça disse que iria na irmã dela e que a mãe ia lá e queria passar o dia lá, normal pra mim, antes de sair meu irmão havia pedido pra ela separar algumas peças que foram vendidas, ela disse que faria assim que chegasse. Na sexta feira antes disso meu avô havia sofrido uma queda e bateu a cabeça forte, no sábado do aniversário ele havia passado mal da pressão e ido ao hospital, desde então eu já estava aflito com essa situação e ela nem pra perceber, foi mesmo assim pra casa da irmã, no meio do dia me manda uma mensagem dizendo que o pé inchou, perguntei pra onde tinha andado ela disse que tinha ido ao mercado de apé, já fiquei meio irritado, pois há algum tempo ela já não ajudava nas tarefas de casa direito, coisa que sempre fiz independente de estar trabalhando ou não, paras as obrigações fazia corpo mole, pra se divertir era a primeira a agitar, blz. Me mandou uma foto do pé inchado, logo em seguida falei "quero ver essa disposição aqui em casa" e mandei uma palminha sobre a foto. Meu avô havia ido ao médico e eu estava extremamente preocupado. Não conversamos o resto do dia, mais ao anoitecer ela chega em casa me dizendo que tinha que voltar lá na irmã pra cortar a franja, só olhei e não respondi, por tamanha indignação com as preocupações minhas comparadas com as dela, que já não se importava muito com o que eu sentia e afins. Depois daquele dia ela se fechou e não saia do quarto nem pra comer, e direto eu vinha ver como ela estava, quando ela não estava vendo algo no celular estava jogando com o J. quem ela sempre falou mal, e estava rindo com o cara, toda hora conversando, e comigo nada de conversa, ia dormir tarde conversando no wpp e jogando, rindo com os outros e eu nada, fui ficando extremamente magoado e nervoso com isso tudo, cheguei a ter batedeira e tremedeira de nervoso, sensação de desmaio, fraqueza, decidi então ocupar a cabeça com serviço, enquanto ela ficava no quarto isolada falando só com quem ela queria eu me distraia com outras coisas. Na sexta feira resolvi puxar assunto com ela no wpp, já que ela não saia de lá, logo ela me respondeu e conversamos, disse a ela que não dava pra continuar desse jeito e ela concordou, eu também disse que desconfiava que havia algo errado ( mais uma coisa de intuição ou pressentimento não sei explicar) , ela me disse que eu tava viajando já, um pouco também é pelo fato de ela colocar o celular debaixo do travesseiro antes de dormir, coisa que nunca aconteceu e eu achei estranho mas nem falei sobre isso, durante a conversa me disse que tinha uma bagunça dentro dela que a vida dela era um caos e não queria me envolver nisso tudo, que cansou de fingir que tava bem e precisava pensar na vida, que tinha que ficar um tempo sozinha pra ver oque ela tava fazendo da vida dela????? Como assim? Depois de tudo que passamos que "conquistamos" , tudo que curtiu , dizia que me amava e eu também dizia, aliás ainda amo, cadê aquele amor todo que tinha me dito que tinha? Que nunca me esqueceu? Que eu era a melhor coisa que tinha acontecido na vida dela? Que eu era o homem que ela pediu pra Deus? Que eu ninguém tratou ela como eu tratei? Passou mais um dia, enfim logo ela mudou de assunto e desceu ajudar minha cunhada com umas coisas de casa, foi até mim, disse que me amava, me deu um beijo, e disse que havia melhorado um pouco, mais a tarde eu ainda trabalhando perguntei a ela, e aí tá de boa? Ela me respondeu.. Sinceramente não tô não.. Disse a ela que a hora que eu subisse conversaria Ela perguntou se podia chorar, pois estava com uma vontade gritante fazia tempo Disse que sim, que as vezes tudo que precisa é desabafar e fazer isso mesmo Eu subi, cheguei no quarto e liguei a TV e coloquei algo pra tocar num volume mais ou menos, abracei ela bem forte deitado na cama, e senti ela chorando bem baixinho pra não perceber, ali eu me senti muito mal mas muito mesmo, porém a gente havia conversado e ela me disse que não foi nada que eu tivesse feito ou falado pra ela, do contrário, era coisa dela e ela não queria me envolver, enfim ela terminou de chorar veio até mim e nos beijamos intensamente, sentou no meu colo e continuou me beijando, cheguei a pensar que transariamos. Ela saiu de cima e estávamos conversando sobre nada específico que envolvesse nossos sentimentos, ela me perguntou se eu tinha entrado no jogo que sempre jogamos juntos pra coletar recompensas eu disse que não e pedi pra ela pegar meu celular pra eu poder fazer isso, entrei lá e logo o J. estava online e me chamou pra jogar, joguei com ele na boa pq já tinha combinado, e perguntei a ela se ela queria jogar, sem hesitar ela entrou com a gente, jogamos até altas horas e foi bem divertido. No dia seguinte estávamos conversando normal e tudo até que um amigo em comum avisou que teria um churrasco de aniversário na casa dele a noite e teria chamado também a irmã dela e o cunhado, logo encaminhei pra ela e ela disse que tinha combinado almoço na casa da mãe do cunhado dela onde reside o J., falei mais eu nem sabia que se tinha combinado isso, e outra dava pra ficar pra outro dia, já percebi que ela não gostou e parou de falar comigo, subi no quarto pra trazer comida pra ela pois ela não havia saído do quarto, cheguei ainda amoroso e disse comprei algo pra você comer, ela disse que não tava com fome e não olhou na minha cara, pensei poxa denovo isso..algum tempo depois entrei no quarto ela rindo e jogando denovo com o mesmo cara, enquanto eu resolvia as coisas pro aniversário e trabalhava. Pouco antes de me arrumar entrei no quarto a mesma situação, não me senti mal exatamente por ela estar jogando e rindo com ele, fiquei meio chateado por que ela me ignorava. Enfim varou a tarde jogando e tive que pedir pra ela se arrumar se não nós atrasariamos, fez cara e se arrumou, e seguiu seca e meio calada igual a semana inteira, fomos para a festa.. Chegando lá se divertiu e tirou foto com todo mundo menos comigo..depois de um tempo ela me disse que estava passando mal e queria ir embora, trouxe ela em casa que é perto e pedi pra ela comer algo quando chegasse pra não acordar passando mal com dor de cabeça Ali eu tomei a decisão de fazer como se fosse um dia em que eu pudesse extravasar, Bebi como se não houvesse o amanhã, fui até 10 horas da manhã bebendo.. chorei muito desabafei muito com a minha cunhada que sempre foi parceira e amiga em tudo, inclusive da D. Subi e descansei, não vi ela acordar e quando acordei ela estava no banheiro, desci e continuei bebendo e pensando em tudo. Fiquei o dia sem inteiro sem entrar no quarto..quando entro me deparo com ela mais uma vez jogando e rindo com o cara, depois disso comecei a tremer e sentir batedeira denovo. Conversei com alguém e fui tomar um banho pra acalmar. Funcionou, entrei no quarto e acho quel ela percebeu que eu saí nervoso logo ela saiu do jogo. Na segunda feira ela ia repetir o mesmo esquema da semana passada e ia me ignorar..passei o dia inteiro pensado sobre o que fazer e como fazer e decidi subir pra conversar. Cheguei no quarto ela estava com a toalha ao lado..perguntei se ela iria se banhar ela seca me disse "vou"... Disse que a hora que ela voltasse precisaríamos conversar.. Ela voltou do banho e sentou na cama e disse.. Vai solta a letra.. Já rebati..é assim mesmo que você fala? Tem certeza que quer começar uma conversa assim? Ela disse não,, foi mal diz aí oque se quer Perguntei eai? As coisas vai ficar assim mesmo? Se não quer falar comigo, só ri e conversa normal com os outros? Ela disse eu não tô falando com ninguém 🙄 Já parei a conversa e falei ... Ó assim não dá nao...faz um favor e só arruma outro lugar pra você ficar e pode ir embora.. Sem hesitar ela disse hoje mesmo eu faço isso! Me doeu muito ter que dizer aquilo.. Mas para ela foi como se já tivesse esperando.. Então me dirigi a porta e disse, me faz um último favor? Ela disse hum? Falei.. Isso que você fez comigo, não faz com o próximo não.. é feio e é muito errado... Ela balançou a cabeça e disse... Tá bom Desci e fiquei inquieto lá em baixo, minha vontade era subir e falar tudo que estava e estou sentindo agora.. Ela me pediu pra ajudar a encontrar as chaves da sua casa, subi e quando abri a porta ela estava sentada chorando muito...aquilo me partiu o coração, mesmo assim encontrei as chaves e entreguei a ela.. Sentei ao lado dela quieto e esperei pela carona dela.. Pouco antes de ir me pediu um abraço. Nós abraçamos e nos beijamos uma última vez e enfim ela foi embora.. No dia seguinte atualizou seu status pra solteira nas redes sociais e posta indiretas como coisas do tipo a dar entender que já está em outra e isso tem me magoado profundamente.. Eu tenho tanto ainda pra falar..mas estou digitando faz horas.. Fica aqui um desabafo +
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2020.07.16 16:26 fobygrassman ENCONTRE COROAS CASADAS HOJE

ENCONTRE COROAS CASADAS HOJE Conheça coroas, MILF's, e Mulheres Maduras brasileiras reais em menos de 2 horas, garantido!
Como Pegar Uma Coroa no Brasil Escrito por uma coroa verdadeira casadas
Quero namorar com uma coroa casada! Como eu namoro com uma coroa? Quais são os melhores sites de namoro de coroas? MILFs e coroas são a mesma coisa?
Não sei dizer quantas vezes já ouvi esta pergunta como especialista em namoro.
Originalmente minha resposta foi simples, pesquise no google sites de namoro de coroas e se compromete com um casal que você goste.
No entanto, há um grande problema com sites de namoro de coroas que afirmam ser focado em torno de mulheres maduras, MILFs, e coroas que estão buscando um homem mais jovem (referido como um "boytoy" ou "filhote".....
Eles não funcionam! E aqui estão 4 razões para isso: Não se preocupe, eu também lhe direi a melhor maneira de garantir um encontro com uma coroa casada ;)
  1. Não há coroas suficientes para dar conta Isto sobre isso, pumas são uma das categorias mais populares de pornografia. Em 2018 foi mostrado que "milf" foi a terceira coisa mais procurada em sites pornográficos. Cada jovem tem uma fantasia de mulher mais velha, mas quantas mulheres mais velhas você acha que estão assistindo a esses vídeos?
  2. A competição é grande! Para cada 1 coroa há 10-20 homens jovens tentando chamar sua atenção. Suas caixas de entrada estão cheias de mensagens não lidas. Minha tia é uma coroa autoproclamada, ela se inscreveu para um site de namoro de coroas uma vez, depois de obter +100 mensagens em seu primeiro dia ela nunca voltou. Então, se você é um cara jovem à procura de uma coroa você vai encontrar alguma competição séria. Pegando sua atenção é quase impossível e mesmo se você conseguir não há nenhuma garantia que ela vai estar interessada.
  3. Coroas não precisam do site Como eu mencionei antes, coroas são muito procuradas. Elas podem gritar pela janela e conseguir uma fila de caras. As coroas são mais propensas a namorar ou dormir com alguém que elas conhecem pessoalmente, elas são da antiga assim. Então, boa sorte competindo com o seu piscineiro, jardineiro, ou filho de amigos enquanto você é apenas um cara da internet
  4. Você precisa estar entre 24-29 para ter uma chance Já existe uma quantidade gigantesca de competição, mas a situação piora. Se você não está entre 24-29 você está em uma desvantagem séria. Uma pesquisa recente de coroas determinou que a idade ideal para um boytoy é 26 anos e a faixa etária média que elas poderiam até mesmo CONSIDERAR está entre 24-29. Há obviamente umas exceções mas são uma porcentagem pequena de um grupo já pequeno.
Disse a verdade sobre sites de encontros de coroas, mas provavelmente ainda está perguntando; OK, eu concordo que os sites de namoro de coroas são um desperdício de tempo, mas o que eu faço em vez disso?
Bem, você está com sorte porque há um pequeno truque muitas vezes negligenciado para aqueles que procuram coroas, sites de infidelidade! Isso mesmo, sites de traição são ótimos para encontrar coroas.
Estão aqui 6 razões porque os sites de traição ganham de sites de coroas para encontrar mulheres maduras:
  1. A grande maioria das mulheres lá são casadas, o que significa que a idade média é de cerca de 37-38 anos, a idade de coroa ideal!
  2. Você está competindo com caras mais velhos Esta é uma vantagem em tantas maneiras. Em primeiro lugar, você vai se destacar de todos os outros caras devido à sua juventude e condicionamento físico. Imagine uma coroa gostosa procurando através de homens perto dela e vendo foto após foto de caras velhos, fora de forma. Homens como seus maridos, que não as satisfazem.... Aí eles vêm através de seu perfil! Você é jovem, você está em forma (especialmente em comparação), e você está confiante. As chances de ela escrever a você é muito maior do que as chances de uma MILF se quer RESPONDER a você em um site de coroa.
  3. Elas não estão à procura de relacionamentos Elas estão em um site de traiçao de casado por isso está muito implícito que elas querem discrição e um relacionamento principalmente sexual. Isto significa que além da primeira ou segunda reunião você é basicamente o seu peguete.
  4. Você pode se destacar com uma foto de perfil! Em sites de traição a maioria dos usuários não tem uma imagem de perfil público de seu rosto. O que é típico é uma foto de corpo como seu retrato público do perfil e então fotos reveladoras em sua galeria privada. Podem compartilhar e revogar o acesso a esta galeria com sua própria discrição com quem quer que elas querem. Entretanto já que você provávelmente solteiro você pode criar um perfil com uma foto pública que inclua sua cara. Isso vai fazer você se destacar 100x vezes mais. As chances são que as mensagens virão antes mesmo de você precisar se apresentar.
  5. Elas etsão solitárias e insatisfeitas com seus maridos. Elas estão em site de infidelidade porque carece atenção de seus maridos. Normalmente, o marido começa a tratá-las como mãe/esposa e já não como um ser sexual. Esta é a sua oportunidade de dizer que elas ainda são sexy e ainda muito desejáveis e acredite que elas precisam/querem ouvir isso desesperadamente.
  6. Elas estão prontas para explorar sexualmente. Estas mulheres estão casadas há anos e o pouco sexo que têm com os seus maridos tornou-se mecânico e "baunilha". Elas estão prontos para apimentar as coisas e são maduras o suficiente para tentar novas experiências sexuais como: BDSM, ménage à trois, dominatrix, etc.
Ok, agora você provavelmente está pensando, "OK, você me convenceu de que os sites de infidelidade são 100x melhores para pegar coroas, mas como eu faço para realmente encontrar uma coroa?" Não se preocupe, siga estas 7 dicas e você vai aumentar drasticamente suas chances de encontrar uma coroa ou MILF em um site de casos.
7 Dicas Para Pegar Coroas Nota: algumas destas dicas são para o uso em sites de traição e algumas são dicas gerais
  1. Mencione a discrição no seu perfil e na sua primeira mensagem. Estas coroas são casados e estão à procura de parceiros casados porque isso garante que ambas as partes serão o mais discreto possível. Assumindo que você não é casado ou comprometido elas vão precisar de segurança de que você é discreto e confiável imediatamente. Considere escrever algo em seu perfil que diz:
"A discreção é muito importante para mim. Eu estou procurando somente parceiras discretas que são mutuamente respeitosas". 2. Mostra que não vai pôr em risco o seu casamento A outra preocupação que as coroas casadas que procuram homens têm é que você homens mais jovens são rápidos para se apaixonar e podem representar uma ameaça ao seu casamento no futuro. Elas não querem estar em uma posição onde você está exigindo que elas se divorciem de seu marido para que ambos possam estar juntos. Elas estão em sites de traição porque elas NÃO querem se divorciar. Assim o que eu recomendo é pôr algo assim no seu perfil e/ou primeira mensagem:
"Não olhando para mudar seu status ou meu, apenas olhando para ver se eu posso encontrar uma boa conexão com limites claramente definidos". 3. Você está disponível! Uma das coisas mais difíceis de se ter um caso é a disponibilidade. Se ambas as partes estão em relacionamentos é muito, muito difícil encontrar um momento em que AMBOS podem fugir de seus cônjuges sem levantar suspeitas. Mesmo quando você concorda sobre um tempo e um lugar, algo pode surgir e um de vocês pode não ser capaz de ir. A boa notícia é que você pode trabalhar em torno de sua programação. Este é um grande bônus então deixe que ela saiba disso! Ela pode nem mesmo perceber o quanto problema programação é se esta é a sua primeira vez traindo. Diga que já que você é solteiro você pode encontrá-la sempre e onde é melhor para ela.
  1. Mostre a ela que você respeita limites. Na verdade, diga a ela que você está ansioso para ouvi-los. Novamente, coroas casadas precisam de discrição e a melhor maneira de ser discreto é estabelecer limites. Pergunte a ela se há alguma regra de discrição que ela precise que você siga. Muitas vezes, são coisas como "não me escreva entre 18h e 23h", "use palavras em código para que se alguém ver as mensagens parecerão inocentes" etc. Tudo isso permite que ela saiba que você está falando sério sobre sua discrição.
  2. Elogie ela! As coroas estão em sites de infidelidade porque seus maridos não as tratam mais como mulheres atraentes e desejáveis. Se elas têm filhos, mesmo que sejam MILFs, é provável que seus maridos as vejam como mães mais do que amantes agora. Elas estão desesperadas por validação que ainda são sensuais e desejáveis e, vindo de um homem mais jovem, isso significa ainda mais!
  3. Acho que você é jovem demais para mim / não é jovem demais para mim? Espere que essa pergunta surja muito. Não se preocupe - este é um bom sinal! Se ela está dizendo / perguntando isso é porque ela está lhe dando a oportunidade de refutar. Se ela realmente se sentisse assim, não responderia a você. Mas agora você está em uma posição crítica; como você responde a isso determinará se você consegue um encontro / relacionamento. Lembre-se de que ela não está falando sério, está testando você. Prepare uma resposta bem pensada a isso com antecedência. Eu acho que este é um bom começo:
“Você realmente se sente assim ;)?” Esta é uma maneira divertida de ir direto ao ponto" "Eu realmente não vejo as coisas dessa maneira. Estou procurando por características como maturidade, confiança, discrição e abertura. Mulheres mais maduras têm mais desses traços e você é incrivelmente sexy." 7. Elas vão pensar que você é imaturo. Imediatamente elas assumirão que você é jovem, excitado e imaturo. Você precisa refutar isso imediatamente. Inicie suas mensagens o mais maduro e profissional possível. Releia suas mensagens e verifique se a ortografia e gramática são 100%. À medida que a conversa continua, você pode se tornar cada vez mais brincalhão, mas a primeira impressão dela precisa ser que você é maduro e inteligente, e não um garoto idiota.
Então aí está, minha opinião extensa e bem pesquisada sobre: Por que sites de coroa não funcionam Onde você pode encontrar coroas REAIS Como você pode maximizar suas chances de entrar em um relacionamento causal com uma coroa Se você leu este artigo e realmente implementar essas dicas, estará dez passos à frente da concorrência e estará no caminho de namorar coroas, MILFs e mulheres maduras.
Ah, e antes que eu esqueça, a pergunta "MILFs e coroas são a mesma coisa?"
A resposta é não. MILF: MILF significa ‘Mãe que eu gostaria de comer’ em inglês. São mulheres com filhos que você acha sexy, só isso.
Coroas (ou cougars em inglês): as coroas são mais velhas, atraentes, mulheres que estão "rondando" explicitamente por homens mais jovens!
O Brasil é um país de trair coroas casadas! Uma em cada dez mulheres casadas encontrou alguém mais de 10 anos mais novo! 8% das mulheres têm encontros casuais com homens muito mais jovens. A maior diferença de idade média entre coroas casadas e amantes é de cinco a dez anos 57% dos homens tiveram um caso com uma coroa casada O estudo constatou que oito por cento das mulheres casadas tiveram um caso com um homem mais jovem Mulheres maduras também são muito atraentes para homens casados. 61% dos homens casados ​​no Brasil têm um caso extraconjugal com uma mulher mais velha. 25% dos homens casados ​​namoraram uma mulher entre cinco e dez anos mais velha. O apetite sexual das mulheres aumenta com a idade, enquanto os homens tendem a atingir o pico em seus vinte e poucos anos. Isso poderia explicar a tendência crescente de coroas casadas em busca de homens. Casados ​​com homens podem ver um declínio escasso no desejo sexual e coroas casadas, eles estão ficando cada vez mais frustrados. Eles agora optam por conhecer um cara que é mais jovem, simplesmente porque sua libido é mais semelhante.
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2020.07.16 16:22 fobygrassman ENCONTRE MULHERES CASADAS PORÉM CARENTES em menos de 2 horas e desfrute de um caso esta noite e curta um caso agora!

5 Maiores Razões Mulheres Casadas Traem & Como Conhecê-las De uma dona de casa traidora real
Como uma mulher casada há mais de 7 anos e que “pulou a cerca” várias vezes, fui convidada a escrever este artigo e fornecer algumas idéias para vocês, curiosos sobre o que faz com que uma mulher casada traia e como vocês podem seduzi-las.
As mulheres casadas traem por muitas das mesmas razões que os homens casados traem; Elas são felizes em certas partes do casamento e muito infelizes em outras.
Maiores Razões Mulheres Casadas Traem: 1. Seu marido não a faz mais se sentir sexy / desejável. Depois do meu terceiro ano de casamento, encontrei meu marido e eu “familiarizados de mais” um com o outro. Eu percebia que ele não olhava para mim da mesma forma que ele costumava, com luxúria e desejo, apesar de estar muito mais em forma agora que quando nos casamos.E me vi procurando homens que me olhassem como meu marido quando nos conhecemos.
  1. Quer explorar desejos sexuais (kinks) aos quais ela era imatura demais ou desconhecia em sua juventude. Casei aos 25 anos e, para ser sincera, eu era relativamente inexperiente sexualmente. Eu tive alguns relacionamentos de longo prazo antes do meu marido, mas éramos jovens e o sexy era baunilha, e eu era jovem demais para realmente saber que tipo de “kinks” eu gostava naquela idade. Agora estou casada há 6 anos e o pensamento de fazer meu marido explorar essas fantasias sexuais parece impossível.
  2. Seu marido a vê como uma cuidadora e não um ser sexual. Depois do meu primeiro filho, notei uma queda imediata no sexo e na intimidade, mas isso é de se esperar. No entanto, faz três anos desde então e a intimidade nunca se recuperou. Ele vê eu como uma cuidadora e uma mãe em vez de um ser sexual agora, e é sua perda. Até perdi o peso da gravidez o mais rápido possível e voltei imediatamente à academia, na esperança de que ele aumentasse a vida sexual novamente.
  3. Seu marido a vê como uma cuidadora e não um ser sexual. Nas raras ocasiões em que meu marido inicia a intimidade, geralemnte é apressado e unilateral, e geralmente sem preliminares; tenho certeza que é bom para ele, mas não me satisfaz. Isso me faz sentir como uma “ferramenta” para ele ter orgasmo e tenho certeza que ele percebe que não estou entusiasmada.
  4. Sem paixão, sem excitação, sem emoção. Quando a gente fica íntimo, é sempre em casa, na cama e provavelmente planejado. Quero experimentar lugares novos e emocionantes, ao ar livre, etc. Quero um homem que rasgue minhas roupas no segundo em que chegarmos ao quarto do hotel.
Como atraí-las: 1. Lembre-se de que as mulheres casadas que procuram casos online começam aos poucos e ficam nervosas, excitadas e inseguras. Portanto, comece devagar e deixe-as saber que você pode se relacionar.
  1. Faça-a sentir-se desejável, porque o marido não faz. Comece com um elogio sobre uma de suas fotos ou seu perfil.
  2. Após a apresentação, pergunte a ela o que ela está procurando “idealmente” ou qual é o seu “cenário perfeito”?
  3. Após a apresentação, pergunte a ela o que ela está procurando “idealmente” ou qual é o seu “cenário perfeito”?
  4. Planeje algo emocionante com ela para que ela se comprometa com a reunião. Não precisa ser grande, mas talvez uma nova cafeteria popular ou uma livraria. O fato de você se reunir em segredo é suficiente para tornar a reunião tentadora.
Sites de namoro de casados ​​como Ashley Madison oferecem aos usuários um lugar seguro e discreto para interagir com pessoas com a mesma ideia em um ambiente livre de julgamento. Sites como Ashley Madison tiraram a maior parte do risco e suposições do flerte de casados e provaram ser uma alternativa mais segura aos antigos casos no trabalho.
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2020.06.11 15:39 _cidreira_ Crescer pobre me afetou e afeta muito/não sei lidar com meu próprio dinheiro perto da minha mãe q economiza cada centavo

Eu tive uma infância com muitas privatizações. Meu pai faleceu quando eu e minha irmã tínhamos 7 e 5 anos, respectivamente. Minha mãe não tinha formação nenhuma, nós morávamos de aluguel e nunca recebemos a pensão a q tínhamos direito. Já tivemos q morar de favor na casa dos outros e minha mãe acabou com a própria saúde em trabalhos pesados para sustentar eu e minha irmã.
Quando eu tinha 12 anos minha mãe se casou novamente. Meu padrasto não era tão pobre e não era uma pessoa ruim, mas ele não se importava em ter uma casa bonita e nem achava q eu e minha irmã precisávamos de ter roupas, sapatos ou qualquer outra coisa bonita. A essa altura Minha mãe já tinha desistido de ter qualquer tipo de vaidade. Para eles se algo funcionava ou servia minimamente então não era preciso trocar. Se a parede estava suja, mas ainda estava de pé isso era mais q suficiente. Se a parede começava a rachar e ameaçar derrubar a casa então bastava arrumar o rachado passando reboco em cima e tava ótimo. Meu padrasto tinha dinheiro para pintar ou arrumar as coisas antes q o telhado começasse a ameaçar cair nas nossas cabeças, por exemplo, mas ele só arrumava as coisas em situações extremas e nunca arrumava até o ponto de ficar bonito. Minha mãe parecia não gostar, mas não discordava dele.
Eu passei minha vida inteira até agora estudando muito para ter dinheiro e poder ter minhas próprias coisas, boas e bonitas. Eu consegui um pouco. Hoje sou formada, tenho mestrado e estou empregada. Meu salário não é alto, mas é o suficiente para eu pagar minhas contas e poupar um pouco. Mas essa forma como cresci me afeta até hj, principalmente quando estou na casa da minha mãe e do meu padrasto ou simplesmente quando estou perto da minha mãe. Eu penso muito antes de comprar qualquer coisa e quando compro algo por impulso sinto uma culpa imensa. Minha mãe sempre economizou cada centavo e me sinto culpada quando quero comprar qualquer coisa estritamente ñ essencial para mim com meu próprio salário. Eu desejo ter roupas, sapatos, cosméticos e coisas bonitas para a minha própria casa, mas às vezes desisto de comprar pq penso q minha mãe economiza cada centavo e não compra essas coisas para ela e me sinto egoísta de desejar tudo isso para mim. Quando estou em casa tento compensar e comprar coisas pra a minha mãe, mas ela sempre me fala q eu não posso ficar gastando tanto ou q aquilo q comprei ñ é essencial e eu sinto ainda mais culpa. Ela não é uma pessoa ruim, pelo contrário, ela sempre se esforçou para ser uma boa mãe e sempre fez o máximo q pôde para eu e minha irmã estudarmos. Mas às vezes quando estou perto dela me sinto péssima. Me sinto péssima quando vejo ela remendando cada pedaço de pano velho. E quando compro um pano novo me sinto péssima pq vejo q ela achou q eu estou gastando demais.
Eu estou casada e isso já afetou até meu relacionamento pq às vezes meu marido quer fazer algo de lazer por impulso e eu fico perguntando sobre os preços e estrago o clima.
Eu passei dois meses na minha própria casa durante a quarentena e agora vim para a casa da minha mãe e do meu padrasto. Eles compraram outra casa velha, mas um pouco melhor q a antiga, um pouco mais espaçosa. Eu me sinto incomodada com a enorme quantidade de coisas para arrumar na casa (pintar, arrumar o piso, trocar inúmeros móveis com defeito). Eu quero ajudar a arrumar e até já tinha depositado dinheiro para minha mãe arrumar algumas coisas, mas ela deixou o dinheiro na conta pq segundo ela nesses momentos de crise a ordem é economizar. Depois q cheguei na casa nova já comprei algumas coisas, mas sob o olhar reprovador dela.
Nessa casa nova tem um quarto só para mim e eu tomei a firme decisão de q pelo menos esse meu quarto eu vou arrumar. Mas não está sendo fácil. Ontem fui comparar o colchão para a minha cama junto com a minha mãe. Escolhi um mais barato e mesmo assim minha mãe falou q eu estava gastando demais. Desisti de comparar um colchão mais macio e mais caro e essa noite ñ consegui dormir direito pq estava duro demais. Agora estou tremendamente triste pq além de ter gastado meu dinheiro, ter ouvido q estava gastando demais ainda estou percebendo q nem meu quarto na casa da minha mãe vai ser como eu gostaria. Me sinto triste pq gastei meu dinheiro, mas não vou ter um colchão confortável na casa da minha mãe pq estava junto com ela qnd comprei o colchão e decidi economizar.
Sinto vontade de chorar e me sinto culpada por isso também pq eu e ela já estivemos em situações tão mais desconfortáveis e eu sinto q estou sendo ingrata com a vida por desejar mais do q tenho agora. Esse tipo de coisa sempre acontece qnd estou na casa da minha mãe e sempre me sinto péssima. Daí às vezes sinto q estou evitando vir na casa da minha mãe e me sinto tão horrível, uma pessoa tão ruim q mal consigo lidar comigo mesma.
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2020.06.09 06:07 Sunnygirltx Não suporto meu irmão. Ele é um bosta de humano

Meu irmão e a pessoa mais escrota que conheço nesse mundo. Nao o suporto isso desde de pequena. O cara tem 40 anos na cara e um vagabundo. Não trabalha, vive com minha mãe e maltrata ela com palavras e atitudes sendo que ela que paga tudo pra ele. Toda hora ele pede dinheiro pra ela e ela da. Ele fuma maconha dentro de casa. Arrumou 2 gatos pra ela cuidar mesmo contra a vontade dela. Ele só sabe falar gritando e tudo culpa minha mae e meu pai que já morreu. Fala que nunca teve oportunidades na vida. Porém, meu pai faleceu e deixou uma herança de 300 Mil reais pra cada filho. Fora que meu país sempre Pagaram faculdade pra ele e ele nunca ia ou gastava o Dinheiro da mensalidade. Qndo ele pegou a parte da herança dele, ele achou que era rico e foi morar em NY. O dinheiro não durou nem 6 meses daí ele Voltou sem nada no bolso nem um carro básico pra Andar. De playboy vagabundo agora virou dono da razão em discussão de política e direitos humanos. Só sabe falar gritando e impondo a opinião dele Como certa. Mas eu nem no brasil Moro e nem quero me meter nesse politicagem suja e ficar brigando por Bolsonaro ou por PT e lula. Ele não aceita isso. Eu já não gosto de discussões por menor que elas sejam, agora ficar discutindo política. O vagabundo nunca trabalhou agora quer dar palpite em política. Fala super mal Do governo mas vive na fila pra pegar o dinheiro do governo. Agora ele fica defendendo bandido, falando que bandido e bandido pq não tem oportunidade pq O governo não da oportunidades. O mais engraçado é que alguns meses atrás ele queria minha ajuda pra Vir morar nos eua, e agora ele vive metendo o pau nós eua. A energia dele e péssima, não dá pra conversa com Ele sobre nada. Pra mim ele é um lixo de pessoa. Não tenho mts memórias com ele a não ser dele sempre bringando. Eu só tenho medo que ele Faça algo contra minha mãe. Poise ele já mesmo fala pra quem quiser ouvir que ele vai espancar ela. Semana passada ele quebrou um copo de vidro na cabeça do marido dela. E por incrível que parace ele Já jogou um copo em mim só pq uma vez eu cheguei de viagem e não falei q estava chegando. E mesmo assim depois desse episódio eu ainda o perdoei e deixei isso pra lá. Mas agora depois que ele Jogou o copo no marido da minha mae (um cara de 70 anos) eu falei pra ele que gostaria mt que ele fosse pra cadeia. Mas infelizmente aí no Brasil as coisas não funcionam. Eu tenho pavor dele. Tenho nojo dele Como pessoa. Pra ser sincera eu acho q eu o odeio. Por mais que ele seja meu irmão, eu acho ele um ser inútil e um mal educado. Eu espero que ele não mate minha mãe.
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2020.06.01 00:20 Queenwtfhoney Realizações = 0

Sempre fui muito decidida e esforçada quando criança e adolescente, mas de una anos pra cá minha vida virou de ponta cabeça.
[Aviso de Post Longo]
Fato 1: Com 17 anos fui assediada pelo meu cunhado. Passei 6 meses sofrendo, sem contar pra ninguém, tendo que conviver com ele vindo à minha casa, conversando e rindo com meus pais. Durante esse tempo, me afastei dele e, consequentemente, da minha irmã e do meu sobrinho de 3 meses. Não conseguia chorar nem por pra fora aquela dor, porque parecia que se começasse a chorar não conseguiria mais parar e todos descobririam. Depois desses 6 meses não aguentei mais e contei pra minha (outra) irmã, que contou pra minha mãe, que contou pra todo mundo, inclusive pra irmã (do marido que me assediou). Quando ela soube pediu pra conversar comigo e me fez repetir toda aquela história pra ela. Doeu demais ter que falar tudo de novo. Ela afirmou que nada iria mudar entre eu, ela e meu sobrinho, que ela me amava e tudo mais. Depois desse dia, eu a vi apenas mais uma vez. Ela cortou contato com todos nós.
Fato 2: Fiquei depressiva e larguei a Faculdade. Eu fazia Pedagogia. Era à distancia, mas não consegui aguentar depois de tudo o que aconteceu. Falhei.
Fato 3: Parei de falar com meu irmão há 2 anos. Minha cunhada, também conhecida como demônio encarnado, fez meu irmão brigar comigo e com minha irmã. Paramos de nos falar. Ele tem um filho, meu sobrinho, que só vi duas vezes... Ontem ele fez 30 anos...
Fato 4: Em 2018 nasceu a filha de uma prima que mora no mesmo quintal. Sempre fomo muito unidas, mais pela pouca diferença de idade. Com do tempo não trocávamos mais segredos como antigamente, mas sempre apoiamos uma a outra. E ela teve essa neném, se casou... Teve um rolo sinistro lá com o pai da criança e separou. Voltou pra casa da mãe dela (que é aqui no mesmo quintal) e pra ela ir pra faculdade, eu e minha irmã ficávamos com a neném pra ela, então ficamos muito próximas. Ela fez 2 anos há duas semanas... Sexta-feira ela brigou com a mãe e foi embora com a neném. Não sei nem pra onde. Eu nem me despedi.
Fato 5: Outra prima que não olha mais na minha cara. Essa outra prima também mora no mesmo quintal (e não é grande, pessoal). Éramos ótimas amigas! Até que a mãe dela e meu pai brigaram feio por causa da casa da minha falecida avó. Ela tomou partido, ficou do lado da mãe. Eu não tomei partido e fiquei sozinha, em cima do muro.
Fato 6: Não falo mais com minha melhor amiga. Nos conhecíamos desde os 2 anos. Eu a chamava de "best" e ela me chamava de "besta". Agora ela mora sozinha, tem novos amigos, e meio que me esqueceu. Fiquei sozinha mais uma vez...
Fato 7: O cara que mais amei na vida não era quem eu acreditava ser. Conhecia ele desde os 11 anos. Era como os amores dos filmes. Estávamos juntos, morávamos na mesma rua e quanto mais conversávamos mais próximos ficávamos. Decobrimos até que, antes de nos conhecer, estivemos no mesmo lugar... Só pensava em "Destino". Aí, depois de muitos anos investindo nessa relação que não saía do lugar, descobri que ele mentiu sobre quase tudo. Basicamente ele não mentiu sobre o nome. E por nada... Agora mora em outro estado, bem longe.
Fato 8: Só sei ser professora, mas não quero ser. Dou aula desde os 16 anos, quando terminei meu ensino médio com formação de professores. Sou boa nisso, mas não quero isso pro resto da vida. Aí chegamos ao impasse: pra estudar tem que ter dinheiro; pra ter dinheiro tem que trabalhar; trabalhando como professora de ensino fundamental ou educação infantil você não consegue fazer mais nada além de se dedicar ao trabalho, interamente e integralmente. Além de que sou pobre e da minha renda não sobre nada pra mim, porque moro com mais 3 pessoas, onde 2 estão desempregadas.
Fato 9: Não sei o que fazer pra mudar essa realidade. Encarando a pandemia eu só penso: vou morrer por causa da doença, de stress ou de fome. Muitas vezes fico paralisada, não consigo nem me mexer, ou esqueço como se respira (agora está começando um desses momentos) porque vejo que toda a minha vida se resume a: falta de nenéns, pessoas que me machucam e me deixam, infelicidade em todas as áreas da vida, pouco dinheiro e muito stress.
Fato 10: Ver que minha vida é resumida nesses 9 tópicos me enteistece. Nunca "curti" a vida: só beijei um cara, só fui numa balada uma vez nos 18 anos, não bebo, não fumo, nao nada. Sei que esses podem não ser os termos de diversão de todos ou até mesmo os "recomendados", mas me faz olhar pra traz e ver que vivi anos da minha vida e não vivi.
Obrigada a todos que leram até aqui. Talvez botar pra fora me ajude de alguma forma... Ou não... Quem vai saber.
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2020.05.16 05:54 blackcats26 Relacionamento abusivo?

Sou lésbica. Namoro há 3 anos e cara quero muito terminar meu relacionamento, porém não tenho coragem o suficiente para deixa-la sabe? Já tentei várias vezes porém ela usa de artimanhas emocionais para me fazer desistir da ideia. A 1• - vc vai me deixar assim com um monte de contas pra pagar? ( o auge e a mais usada pra prender a pessoa). 2° - agora que vc tem emprego, vc vai me deixar assim? (Sendo que ela tem emprego,Estagiária do Trt e quase formada, diga se de passagem.) 3° vc só me usou e agora está me jogando fora!
Talvez seja impotência minha ou sou muito covarde!
Mais me sinto totalmente anulada ao lado dela como se eu não tivesse opinião própria. Somos muitos diferentes eu sou escorpiana e ela ariana, então já viu.
MEU lema ultimamente está sendo "melhor ter paz do que ter razão" agora eu entendo literalmente essa frase.
Gente eu odeio discutir e temos discussões até por causa disso acredita? Se eu não falo ela me briga pq estou calada a ouvindo. Se eu falo alguma coisa ela rebate pq minha opinião é diferente da dela e ela ñ aceita pelo fato que ela sempre tem que está certa e não aceita o contrário.
Se peço pra ela algo corriqueiro do dia a dia. Ela já vira os olhos ou reclama. Quando ela me pede faço sempre de boa vontade. E tals
Sinceramente estou pagando com a boca oh ou talvez seja carma mesmo. Falava tanto mal do relacionamento da minha tia agora eu entendo pq ela não deixava aquele traste do ex marido dela.
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2020.05.05 06:29 N1ghtm4r3OFFICIAL Diário de um demônio

Dia 30/07/2003
Mais um dia verificando as jaulas, parece que hoje correu tudo bem , diferente da semana passada que alguém tentou fugir ... que estupidez tentar fugir de um lugar como este com tantos guardas fazendo patrulha como eu. Ah como não devo ter mencionado eu sou um anjo caído ou o que vocês chamam de "demónio", não eu não vou dizer o meu nome e você deve saber porquê né? Não posso deixar alguém ter "poder" sobre mim, mas continuando eu fui chamado para um trabalho especial, sinceramente até pensei tinha feito algo de errado, mas quando Lúcifer me chamou e disse que precisava de minha ajuda, pois eu era o seu servo mais fiel, me acalmei na hora. Então a minha missão era ... salvar uma criança, porém não era uma criança comum, ele pode ser o que alguns de vós chamam de "Anti-Cristo", isso mesmo eu tinha que salvar a "reencarnação do mal" .

Dia 31/07/2003
Encontrei o casal , ele era composto por um homem cristão e uma mulher ateia, mas ... aquele homem ... parecia estranho, ele tinha vários anjos com ele toda hora, isso nunca foi problema para mim, eu já matei vários anjos naquela grande guerra, mas o meu objetivo não era esse, a mulher estava pronta para o bebê nascer mas os anjos que estavam em volta do marido não podiam deixar isso acontecer, então o parto estava a demorar bastante tempo e muito possivelmente a criança morreria, eu não podia deixar isso acontecer. Do nada, o homem saiu do hospital e foi dar um passeio, eu não sei porquê mas algo me dizia que eu devia ir atrás dele. Ele começou a rezar e a pedir para o filho dele nascer e que a sua esposa sobrevivesse ao parto, montes de anjos o rodearam e falavam entre sí que não podiam fazer nada sobre isso. Porém lá estava eu, eu cheguei perto dele e disse: "Eu vou salvar o seu filho". Daí eu voltei para o hospital e vi os anjos, rodeando a mulher que estava sofrendo durante o parto, então com a minha lâmina demoniaca, uma lâmina espiritual criada por Lúcifer antes da grande guerra, dilacerei todos aqueles nojentos anjos de Deus e dei ao bebê forças para nascer: "Não se preocupe eu estou aqui nenem", entenda eu sou um "demônio" mas eu tenho sentimentos, até mais do que alguns de vocês. Mais um trabalho bem feito, meu senhor vai ficar orgulhoso de mim.

Dia 1/08/2003
Lúcifer me agradeceu por um trabalho bem feito, mas logo em seguida me disse que tinha mais um trabalho para mim, eu tinha que ser o demônio guardião da criança, para ela nos poder ajudar quando a próxima grande guerra acontecer, o Apocalipse. Fiquei bastante nervoso com um trabalho tão importante, mas eu sou o segundo mais forte do submundo, atrás apenas de meu senhor, eu era o único que podia fazer isso, então aceitei o trabalho.

Dia 23/03/2006
A criança tem crescido bastante, ela estava brincando com o seu pai quando ela olha para mim e diz "Olha, papai um homem ali", eu me esqueci que as crianças conseguem ver coisas que outras pessoas não conseguem, então tive que me esconder para o seu pai não desconfiar que tinha um demônio naquela casa, ele iria pirar e tentar me enviar para longe, eu não podia desapontar meu senhor, aquela criança seria a nossa salvação.

Dia 06/05/2015
A criança começou pregando para Deus, ele tem andado com depressão depois de vários negoços que têm acontecido na vida dele, os anjos têm fazendo a vida dele como um "inferno". Eu não podia o ajudar porque ele pensaria que seria um anjo de Deus, paciência , ele irá me chamar quando estiver pronto.

Dia 24/09/2016
Ele tem lido bastante sobre o diabo e demônios, parece estar bastante interessado em feitiçaria também, é apenas questão de tempo até que ele me chame.

Dia 05/02/2017
Finalmente, ele me chamou, pareceu assustado quando eu apareci com uma forma física, "Parece espantado por me ver" - disse eu - "Você precisa da minha ajuda certo?", "Preciso sim, eu quero ser mais forte, pode levar a minha alma eu prefiro não sentir nada mesmo" - ele disse mostrando indeferença sobre a minha presença, como se eu não fosse poderoso - "Entendo você quer ser forte, eu posso ajudar com isso mas você tem que cooperar" , "Claro, o que você precisa?" , "Então se você quiser ser forte , tem que deixar eu entrar no seu corpo" , "Tipo, uma possessão?" , "Sim, basicamente é isso" , "Okay demônio mas eu dito as regras, você só toma controlo do corpo quando eu ordenar, nada de falar por mim sem minha autorização e nada de andar com o meu corpo enquanto eu tiver inconsciente" - ele falou com muita convicção - "Combinado" - disse eu. Apertamos as mãos e o contrato tava feito, finalmente tinhamos o anti-christo do nosso lado.

Dia 21/05/2018
Ele esta ficando agressivo com os colegas e praticando bastante musculação, será que ele quer ficar mais forte?

Dia 13/01/2019
Por estar sofrendo de depressão ele tem ido a um psicologo, ele falou sobre mim, "o demonio que está sempre comigo, o meu melhor amigo", eles pensam que ele está ficando louco.

Dia 15/03/2019
Depois de eu falar com ele um pouco, ele conseguiu confundir a psicologa e ela agora pensa que ele parou de ver o seu "amigo imaginário". O plano continua em cima.

Dia 2/03/2020
O mundo tá uma desgraça, será que meu senhor vai aproveitar essa oportunidade para sair do submundo? O muleke tá bastante feliz, por estar fora da escola, tem treinado bastante, o que ele está aprontando?

Dia 17/04/2020
Ele sabe que o Apocalipse está chegando, eu contei para ele que ele é o Anti-Cristo , ele parece que já sabia disso, o treino dele aumentou e parece que ele tem feito luta com facas, e tem sentido uma vontade imensa de matar Jesus e derrotar Deus, será que ele tem força suficiente para isso? Será que a guerra vai começar e a gente vai derrotar o todo poderoso?!

Data Indefinida
Milhões de corpos espalhados pelas ruas, anjos caindo do céu preparados para a luta, e cá em baixo nós estamos milhões de demonios, nosso senhor Lúcifer e o Anti-Cristo. Ele tem pelo menos 300 demónios dentro de seu receptáculo, o seu corpo regenera qualquer ferida instantâneamente, chegou a hora da gente tomar o que é nosso, LUTEMOS!

Data Indefinida
Eu vi a raiva nos seus olhos quando ele viu Jesus Cristo, ele correu com toda a força e esfaqueou o filho de Deus com toda a sua força, foi então que os anjos de Deus perderam a esperança. A vitória era finalmente nossa.

Data Indefinida
Deus não estava no paraíso, ninguém o encontrava porém o muleke sabia onde o desgraçado se escondia. Ele tinha fugido para criar outro mundo, finalmente este mundo era nosso. Lúcifer subiu no trono de Deus e proferiu as seguintes palavras: "Muleke você foi um bom soldado então, o trono do inferno é seu, você poderá torturar todas as almas das pessoas que cometeram atos horriveis contra pessoas incapazes de se defender, você será a partir de hoje "O purificador", meu filho.
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O Fórmula Negócio Online Oferece Mentoria? Como comprar o Treinamento Fórmula Negócio Online? Quem é Alex Vargas? Bom, falar de si mesmo não é fácil… Não quero parecer arrogante. Alex Vargas, Criador do Fórmula Negócio Online Até porque valorizo muito as pessoas que se mantém humildes, mesmo depois de se tornarem ricas. Mas preciso falar como eu posso te ajudar. O que me torna capaz de te ajudar a ter um negócio altamente lucrativo, mesmo que você não saiba nada sobre isso. Meu nome é Alex Vargas, pai, marido e empreendedor digital há mais de 15 anos. Criei diversos negócios na internet. No início errei muito, não conseguia encontrar um método que desse certo.
O Treinamento Fórmula Negócio Online é considerado o melhor treinamento de empreendedorismo e marketing digital do Brasil. O Fórmula Negócio Online é um método de criação de negócios pela internet começando do absoluto zero, que em julho de 2019 alcançou a marca de 100 mil alunos! Você também pode fazer parte desse grupo de pessoas que estão realizando o sonho de mudar de vida e serem recompensadas na mesma medida que se dedicam aos seus negócios. Este treinamento revolucionou a minha vida, foi com a aplicação pessoal deste método que eu pude criar dezenas de negócios online e garantir o futuro da minha família.
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2020.05.04 23:55 Lucky-Marzipan Família

Hoje por volta das 4 horas da manhã, quando fui fazer xixi acabei desmaiando do banheiro. Bati minha cabeça com tanta força na parede, que acabei acordando meu irmão que estava dormindo no quarto ao lado. Ele Foi chamar meus pais que também estava dormindo. Posterior a isso, por volta de umas 7 horas da manhã, ouvi meus pais reclamando porque meu irmão tinha acordado eles. Agora são 18:38 da noite e aínda tô aqui no quarto deitada com dores na cabeça no quarto, por causa da bancada na cabeça que levei. E meus pais não teve coragem de vir aqui no quarto perguntar como estou, ou pra saber se pelo menos estou viva. Só escuto minha mãe caminhando pra lá e pra cá no corredor conversando com amigos dela...Sei lá, eu amo meus pais...estudo o dia todo porque quero mudar minha vida e ajudar a eles. Mas, eles me fazem me sentir um lixo, sem nenhuma importância. Minha mãe é extremamente amorosa com as pessoas de fora, passa o dia todo ligando pra um e pra outro, pra saber como elas estão, alegando se preocupar com essas pessoas. Comigo é extremamente seca, amarga e cruel com as palavras, nunca foi de me dar carinho, e nem amor. Cresci com uma angustia grande por sentir falta de uma mãe, de carinho e de amor. Coisas que minha mãe nunca me deu. Hoje me sinto uma guerreira por ter vencido a depressão sozinha, porque ela dizia que era frescura, falava de que era falta de homem, e as vezes que era porque não fazia nada na vida, eu chorava muito quando ouvia esse tipo de coisa. Hoje com meus 26 anos ainda moro com eles, infelizmente. Mas, estudo muito e muito pra que eu consiga ir pra minha casa, ter o meu lar, onde eu posso ser eu mesma sem ninguém me criticando, ter um marido que me ame. Sei lá só quero ser feliz...
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2020.05.02 23:35 CooterThug_69 O que fazer com vizinhos problemáticos?

Bom noite meus caros, este é o meu primeiro post e venho aqui porque honestamente não sei onde posso ir de forma a obter ajuda quanto a este tópico.
Eu vivo num prédio a 12 anos e a minha zona é relativamente pacifica, no entanto, mudaram se para o outro lado da rua um casal do qual o marido é, e isto eu garanto, um traficante de droga. Aprendemos a lidar com o facto de vermos constantemente drogados irem a porta do prédio dele buscar a dose, mas recentemente, ele e os amigos, que aparentam ser igual ou piores, tem andado a fazer festas na entrada do prédio dele, alastrando se a rua e passando musica nas alturas ate a noite. Estamos a falar de um conjunto de pessoal de prai 15 pessoas, um carro da policia chegou a parar mas foram insultados/ameaçados, o tal traficante, falou com eles e acabaram a fazer aquele cumprimento constrangedor com os cotovelos e foram embora. Imediatamente apos a policia ir embora a festa continuou.
Não quero ficar identificado pela policia pois tenho medo que descubram a minha identidade e haja represálias contra mim ou contra a minha família. Este tipo de festa no meio da rua ocorre a dias, sei que existem leis quanto a musica a partir de x horas e que existe uma restrição no atual estado de calamidade que diz que o limite duma congregação de pessoas é de 10, no entanto não sei se mesmo que quisesse seria o suficiente para trazer policia aqui. Que posso fazer? Ou que fariam vocês?
Já agora, este é o meu primeiro post por isso lamento se não o expus da melhor forma!
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2020.04.27 22:47 shinytrash_92 Eu sou um peso na vida do meu marido

Ensaiei esse post por horas. Escrevi, apaguei, fui tomar banho, reescrevi, editei e não postei. Criei uma conta alternativa e reescrevi uma última vez para conseguir postar e não ser rastreada, pois o que estou prestes a falar é humilhante demais para sequer imaginar que alguém que eu conheça esteja lendo, principalmente meu marido. Mas, a verdade é que sou um peso na vida dele, e pior: covarde demais para me separar e deixar que ele prospere sozinho.
Contexto: estamos juntos há 14 anos, sendo 4 de casamento e 10 de namoro. Nos conhecemos super novos, ainda no cursinho. Eu era uma menina bonitinha, magrinha e pequena, com alguns hobbies e planos pela frente, mas, já fazendo tudo com uma certa dificuldade, principalmente por conta de um background com família e emocional bem instáveis. Ele era um cara super inteligente, já falava 3 línguas, tinha morado fora e vinha de uma família rica e equilibrada. Logo passou em medicina, numa faculdade pública, enquanto eu perdi mais uns anos no cursinho pra passar em um curso meio bosta numa particular.
Quero deixar claro que essas visões são minhas: Ele jamais me subestimou por ser mais rico, mais inteligente ou ter feito uma faculdade melhor que a minha. Eu que fui desenvolvendo esse olhar conforme fui percebendo que, enquanto eu sofria para estudar e precisava de ajuda dele com trabalhos e exercícios, ele ia fazendo a faculdade dele e a minha também, por tabela. Não estou exagerando: ele desistiu de matérias para me ajudar com o meu curso. Virou noites fazendo exercícios e estudando comigo. Quando casamos e veio a residência, onde mal conseguíamos nos ver, me afundei em uma depressão profunda. A casa estava sempre uma zona, pois eu não conseguia cumprir com as tarefas domésticas (que eram minha responsabilidade, uma vez que ele tinha me ajudado com a faculdade e agora precisava de ajuda para terminar a dele). Não sei explicar, não tenho energia. Não é como se eu passasse o dia fazendo outras coisas, eu passava o dia na cama olhando pro teto. Nem séries eu tinha vontade de ver. De quebra Engordei 40kg e tive muita dificuldade com o meu TCC. Sinto que ele vem me carregando desde então.
Se antes eu sentia que não bastava por ser esse saco de lixo burro e inútil, agora eu também estou gorda e horrorosa. Nem esse, que era o papel mais basal de uma esposa - o de ser bonita - eu consigo mais cumprir. Nossa vida sexual também foi embora - e não por culpa dele, mas, por culpa minha! Ele insistia para fazermos amor, mas, eu tinha vergonha demais do meu corpo e fui recusando, até ele parar de pedir. Esse ano, se transamos 3x foi muito.
Obviamente que não é só isso. Para o pacote ser bem completo, além de burra, inútil e gorda, eu também sou uma pessoa difícil de lidar. Briguei e cortei relações com muita gente próxima dele. Vários amigos dele não gostam de mim, o irmão dele me odeia, as tias dele também. Sei que os pais dele são corteses, mas que também prefeririam que ele estivesse solteiro. Eu tenho surtos de raiva, provavelmente relacionados com o meu background familiar, e sempre acabo com as minhas relações pessoais. Ele é praticamente a única pessoa que restou. Mesmo minha amiga mais próxima, a única que conservei da faculdade, sinto que só gosta de mim por que quer estar próxima dele também.
A gota d'água foi recentemente ter sido mandada embora da empresa em que eu trabalhava, que, por conta do COVID decidiu só manter os funcionários essenciais. Obviamente que eu não sou essencial e fui afastada. Agora, além de gorda, inútil e burra, também sou financeiramente dependente dele. Nem o salário terrivelmente baixo que eu recebia eu tenho mais para ajudar com as despesas (que eu mesma gero).
Ele, sempre paciente, diz que está tudo bem. Diz que segura as pontas, para eu aproveitar esse tempo e procurar um curso online e me relançar no mercado quando a quarentena acabar. Ele banca. E essas palavras me cortam por dentro, porque com que cara eu vou falar pra ele que não tem absolutamente nada que eu queira fazer? Que quando eu acordo de manhã, o simples pensamento de levantar da cama me faz querer morrer? Que o ponto alto do meu dia é quando eu vou dormir e passar horas desacordada??? Eu não tenho mais energia, minha cabeça dói o tempo todo, preciso fazer pausas enquanto faço as tarefas domésticas ou não consigo continuar. Não posso falar nada disso pra ele pois ele já perdeu tempo demais lidando com a minha bullshit no passado e tem uma fucking pandemia acontecendo no país, que é muito mais urgente.
Eu só queria poder retribuir um milésimo de tudo o que ele fez por mim. Eu só queria não ser um peso na vida do homem que eu amo.
Eu vejo essas esposas modelo e me sinto tão absolutamente aquém. Eu só queria conseguir fazer coisas simples, sabe? Basicas. Não precisa ser nada de grandioso no começo. Pintar minhas unhas, por exemplo, essas mulheres sempre tem unhas tão compridas e bonitas... Mas, nem isso eu consigo fazer. As minhas são roídas e horrorosas.
Queria poder receber ele em casa com um jantar balanceado e saudável todos os dias. Mas, não consigo manter minha dieta nem por 2 dias consecutivos.
Queria manter a rotina de limpeza da casa, passar roupa, cuidar dele como ele sempre cuidou de mim. Mas não consigo manter, me desinteresso, passo um dia na cama e os outros já estão perdidos depois.
O fato é que estou cansada de tentar e fracassar toda vez. Devo ter algum problema psicológico ou um retardo mental que me impede de fazer melhor.
Eu já pensei diversas vezes em deixá-lo, porque, certamente ele conseguirá me substituir por alguém melhor, mais atenciosa, mais presente. Alguém que não seja um atraso. Sei inclusive de mulheres do hospital em que ele trabalha dando em cima dele. Eu fico brava e com ciúmes, mas, ao mesmo tempo sou tão insuficiente que penso: será melhor não deixar acontecer?
Mas, a verdade é que sem ele eu perderia a única coisa que fiz certo na minha vida. Eu nem teria pra onde ir pois não tenho família nem dinheiro. Estaria literalmente na rua. Que patético, né? Em pleno século 21, depois de tantos direitos conquistados por mulheres que vieram antes de mim, meu maior feito na vida foi ter casado com um homem bom... E não merecê-lo. Não consegui conquistar nada por mim mesma.
Se eu tivesse vergonha na cara daria um fim nessa vida miserável e parava de ser um peso morto (rsrs sacaram? é pq eu sou gorda também)
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2020.04.24 22:31 desonradoimperdoavel Conflito Interno

Desde da infância sempre quis ajudar os outros, isso sempre foi visível, mesmo eu sendo tímido e envergonhado ajudava no que era preciso, mas, com o tempo isso foi mudando, e muito.
Sempre ajudei meus familiares com o que eles precisavam desde de pequeno, ir a feira com a minha avó comprar verduras, ir ao mercado e coisas assim, com o tempo isso foi mudando, diversos acontecimentos vieram, e agora, questiono se ainda sou alguém bom, ou apenas uma pessoa que usa uma máscara para esconder a real face. Tentarei contar em ordem da infância até os dias atuais, tentarei, já que alguns acontecimentos recentes estão mexendo comigo, e posso acabar me confundindo.
A alguns anos atrás tentei ajudar um colega, que veio ser um grande amigo, mas às vezes questiono um pouco a sanidade dele, ele estava chorando por ter perdido em uma luta no treino de judô, fui dar um apoio, e recebi em troca um grande soco no estômago. Fiquei um tempo sem falar com ele a pedido do diretor, ele veio pedir desculpas depois de um tempo. Depois de alguns anos descobri que ele tinha problemas de raiva.
Outro caso aconteceu com outro colega, que por pura maldade veio e me deu uma mordida no ouvido, não me lembro se doeu ou não, mas foi o suficiente pra eu revidar com um chute, os professores pediram pra eu pedir desculpas, sendo que ele começou, eu me recusei. Quem me contou sobre o acontecido foi minha mãe, já que eu nem me lembrava sobre isso.
Sempre ajudei uma colega de classe, eu gostava dela, e esse sentimento durou anos, até que ela me iludiu de uma forma que guardo com rancor até hoje (não quero entrar em detalhes), logicamente não demonstro esse rancor, mas o desconforto é enorme.
Estava tendo uma festa embaixo no apartamento aonde eu moro, eram amigos da minha mãe, e como ela foi, eu fui junto. Estavamos brincando de pique-pega ou algo parecido, até que uma garota foi sem olhar para os lados, e um carro pegou ela no meio da estrada, fiquei em apenas olhando, me sinto culpado até hoje, já que eu era o mais próximo, em distância, e poderia ter feito algo.
Depois desse, acontecimento nada de mais veio a ocorrer, mas eu sempre via notícias no jornal de assassinato, tráfico e esse tipo de coisa, pois era o que minha família via, e eu era obrigado a ver, e sempre me questionei: Os inocentes morrem, e os culpados vivem? Não é justo.'' Criança inocente eu era. E também, não era apenas esse tipos de pessoa que me deixavam irritado, pessoas que também faziam coisas horríveis nas sombras pra ter de tudo, tipo político, mas, esse tipo de pessoa, consegue ser bem pior, irei contar mais a frente o porque.
Anos se passam, e quando eu vejo, eu sou o mais solitário possível, quase sem amigos, 4 ou 5 amigos no máximo, deixei de ser convidado a festas de antigos amigos, não tinha mais voz, já que, quando tinha trabalho em grupo, me colocavam em um e dane-se, o diretor dava uma olhada na composição dos grupos, e sempre havia uma panelinha, ele perguntava se estava bem naquele grupo, e pra não ser olhado de uma forma desconfortável e ser espancado de palavras dizia que: sim, estou bem aqui. E internamente, isso não era verdade.
Passei a sofrer uma espécie de bullying, era chamado de cabeção, também era chamado de China por um amigo, não era desagradável, também era chamado de Japa, que veio a ser um apelido no qual aceitei com o tempo, mas o cabeção, esse sim, era sim era desconfortável. Era visível no meu rosto que não gostava do apelido, era chamado assim pelo grupo da bagunça, no qual eu fazia parte, eu estava deslocado no momento, não me encaixava em lugar algum, e o grupo da bagunça parecia ser agradável, PARECIA, até que um certo dia ouve uma agressão física de um dos bagunceiros em uma das '' brincadeiras '', esse aluno, já tinha feito algo comigo a alguns anos, enfiando a po*[email protected] de um ponta de lápis pontudo no meu nariz, o caso foi levado ao diretor e posteriormente aos pais, ele não levou suspensão e muito menos expulsão, mas seu pontos de hábitos e atitudes foi zerado, e por incrível que pareça, quando eu fui no dia seguinte para sala de aula, não só os alunos bagunceiros, no qual eu já esperava, alguns outros alunos me olhavam de cara feia, fiquei com ódio no coração e queria gritar de raiva, mas não conseguia, então segui normalmente aquele ano, na esperança de o diretor me mudar de turma, e foi em vão, tive de aturar eles por mais 1 ano.
Acabei sofrendo de amor novamente, tolo novamente. Uma garota que era bem mais baixa que eu, ficava cantando k-pop no meu ouvido toda vez que tinha aula de educação física, no começo foi desconfortável, mas depois me acostumei, e quando ela não cantava me sentia sozinho, às vezes eu ia lá encher o saco dela, eu me sentia bem com ela, até que descobri que ela ia ir para Portugal, meu coração parou por 3 segundos, me senti profundamente triste, tive de seguir em frente, sem poder dizer o que sentia, o universo é capaz de nós atingir de uma forma imensurável, foi o que aprendi naquele momento. Recentemente soube que ela estava namorando, isso me atingiu, não sei porque, mesmo depois de 2 anos, isso me atingiu, fiquei triste por 1 mês inteiro.
Acabei por reascender antigas amizades, o que foi bom para mim, para minha saúde mental, que naquele momento estava péssimo, me sentia só e queria desistir de tudo, mas eles me deram um pouco de esperança.
Em algum momento acabei por refletir sobre mim mesmo, e vi que, não estava ajudando ninguém, pelo contrário, estava atrapalhando. Meu melhor amigo ( o cara com problemas de raiva) perguntava se eu estava bem, já que ele acompanhou certos acontecimentos bem de perto, menos os que eram fora do colégio, ele e os meus antigos amigos iam falar com diretor sobre minhas condições mentais, que estava instável, uma hora ficava triste, outra com raiva, e a que menos aparecia era a de felicidade. Soube que eles estavam falando sobre mim pelo próprio diretor. Fiquei com raiva deles, mas, principalmente de mim, como pode alguém que sempre quis ajudar os outros, trazer preocupações para outros? Patético. Nesse momento vi que não estava ajudando ninguém, e meu sentimento em relação a isso começou a atrapalhar, não só no colégio, mas também, em casa.
Minha mãe, sempre foi estressada, e sempre reclamava das minhas notas, que admito, eram péssimas, mas o tom no qual ela falava, me deixava deprimido por 2 ou 3 dias, bem, isso antigamente, agora quando ela fala assim comigo, a única coisa que consigo sentir é raiva, eu sei eu sei, não se pode sentir raiva da mãe, mas, ela nunca NUNCA EM MOMENTO ALGUM me chamou pra sentar de forma calma, tento argumentar com ela, mas ela sempre diz: ESTÁ ME RESPONDENDO? Não sei se após ter um filho o adulto fica louco e acha que tudo é reclamação, mas, sempre ela falava isso.
Agora sobre as pessoas que fazem para ter de tudo nas sombras, bem, eu conheci alguém assim, e foi uma experiência de se levar pra vida. Era uma garota linda por fora, mas por dentro, o negócio era mais escuro que maçã podre. Ela iludiu um garoto por 3 anos só pra se aproximar das amizades dele, se relacionou com 2 garotos populares e depois de 1 anos terminou, e ainda iludiu meu outro melhor amigo, quase que entrei nessa, mas por sorte, esse meu amigo me avisou e rapidamente sai dá furada. Tenho certeza que os pais são iludidos também, fizeram uma festa de 15 anos belíssima, no qual eu fui convidado assim como outros, ela chorou e etc e etc, fiquei tão envergonhado de ver alguém manipuladora encenar daquela forma, que fingi estar um pouco mal, e ficar no meu canto. Tenho contato com ela até hoje, mas raramente ela puxa assunto, já que eu me recuso a mandar algo.
Depois tive uma irmã, e, meus amigos, minha vida virou de cabeça pra baixo. Ninguém me da atenção quase, só o meu avó e minha avô, minha mãe ela vem só pra puxar o saco de todo mundo e falar '' tô sem dinheiro e meu marido precisa rodar'', e ainda usa minha irmã como arma, PQP, fiquei tão irritado, que nem falo mais nada com a minha avó, deixo ela decidir se vai ferrar ainda mais com a saúde dela, porque minha mãe só traz problemas, essa é a verdade, POR EXEMPLO: FERRAR COM A PORRA DO ESTÔMAGO COMENDO COISA QUE NÃO DEVE, JÁ QUE ELA FOI AO MÉDICO E ELE RECOMENDOU NÃO COMER NADA GORDUROSO, MAS NÃÃÃÃO, COME DO MESMO JEITO E CULPA MINHA AVÓ E DANE-SE. TIVE DE SEGURAR ELA PRA ELA NÃO SE MATAR, PORQUE ELA DISSE QUE IA METER UMA FACA NA BARRIGA. AQUILO MEXEU COM O MEU PSICOLÓGICO NAQUELA NOITE.
Conheci o personagem Midoriya de My Hero Academia, e rapidamente gostei do personagem, queria ser igual a ele, mesmo quebrando o corpo por completo, ajuda os outros, mesmo que isso seja dar a própria vida, mas, não consigo, toda vez que tento ajudar sou jogado de lado logo depois, sou tratado como alguém descartável, e isso está me enchendo de fúria e raiva.
Eu quero ser alguém bom, mas, simplesmente não vejo outra alternativa e ser um cara irônico a todo momento, ignorar os outros e seguir a vida do modo FODA-SE tudo e todos. A única coisa que queria agora, era ter um momento de paz.
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